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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Agorafobia

imagem: Google
Agorafobia é o medo de ruas amplas e espaços abertos, medo de ficar em lugares de onde seria difícil sair ou pedir ajuda.
Os lugares relacionados a agorafobia são lugares públicos, multidões, ou qualquer lugar distante da própria casa. O grau desse transtorno é medido pelo nível de dependência que o paciente tem, como: conseguir andar sozinho pela rua, andar no quarteirão, ir até a portaria, ir ao supermercado. Alguns pacientes descrevem sentir o medo de se manifestar o ataque ou exibir ansiedade na presença de outras pessoas, de desmaiar, ou ser visto num estado descontrolado sendo extremamente encarado como algo humilhante e embaraçante.
Imagem: Google
O início da manifestação da agorafobia é gradual e a piora ocorre pela persistência das crises de pânico. Na maioria dos casos a doença inicia-se geralmente após uma grande tensão proveniente de uma separação ou doença física que leva a piora do estado do paciente, tornando-se extremamente dependente.
Grande parte dos pacientes são constituídos por mulheres recém casadas com idade entre 25 e 36 anos, relacionando que muitas dessas jovens saem de um círculo familiar amplo para o isolamento do dia a dia como vivem grande parte das recém casadas. A dependência do marido nesse caso, é muito maior, e quando essa dependência fracassa, alguns pacientes passam a manifestar sintomas fóbicos.
A doença é manifestada por vômitos, sudorese abundante, perda do controle urinário ou instestinal, sintomas depressivos, síncope (desmaio).
O tratamento para agorafóbicos a base de remédios não costuma ser muito eficiente. A agorafobia costuma regredir na medida em que o paciente não tem mais crises de pânico, podendo levar anos. A melhor forma de tratamento é pela psicoterapia, onde avalia os níveis de ansiedade em intervalos regulares, com elaboração de situações do cotidiano como dirigir, caminhar, ir ao supermercado. Porém, para ser tratado é necessário que o paciente busque por ajuda psicológica, o que muitas vezes é um processo difícil e característico do agorafóbico.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

8 comentários:

  1. Olá Regina!
    Excelente matéria!
    Colha bons dias e prazer em estar aqui!

    Convido para que leia e comente meu texto “Armelau fica para o almoço” no http://jefhcardoso.blogspot.com Espero que curta. Valeu!

    “Que a escrita me sirva como arma contra o silêncio em vida, pois terei a morte inteira para silenciar um dia” (Jefhcardoso)

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  2. Olá Regina
    Boas informações.
    Hoje é dia de Perdas lá no meu espaço, vc é muito bem vinda.
    bjs

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  3. Olá Regina! Tudo bem?
    Obrigada pelo seu comentário lá no blog.
    Vai ser um prazer compartilhar as minhas idéias com uma psicóloga. Seja sempre bem vinda.
    Nunca conheci ninguém com este tipo de fobia. Mas seja ela qual for, deve proporcionar uma sensação horrível de pavor e impotência por não poder domina-la.

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  4. Oi Regina,
    nao conhevia esse termo. Muito bom obter informações por aqui.
    Ótimo post.
    beijos
    Chris
    http://inventandocomamamae.blogspot.com/

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  5. tive uma amiga no Brasil que sofria de agorafobia. Bastava sair de casa e ela entrava em pânico. até hj ela faz tratamento e está bem melhor, já consegue se deslocar (mas não sozinha).

    fobias... como vencer um grande medo né?
    bom dia!

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  6. Oi Regina
    Está recolhida???
    Vá lá no meu espaço e entre nas ondas do AMOR.
    bjs

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  7. Olá Regina
    Prazer em conhecê-la através do Recriando Vínculos! Adorei sua campanha com o site Não bata, Eduque. Ainda não conhecia...
    um grande abraço

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  8. Olá Regina, Gostei muito do seu Blog. Parabens.

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