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sábado, 19 de novembro de 2011

Os sentimentos do familiar do Depressivo

imagem: Google
  •  Como entender o que o outro está sentindo se não vejo a dor?
  • Muitos não aceitam a doença e tratam o depressivo com pouco caso.
  • É compreensível a situação em que o familiar encontra-se, pois o desejo é que ocorra a cura o mais rápido possível.
  • É comum a esposa com depressão querer se separar do marido, e não se importar com a  guarda dos filhos. É difícil para este marido conseguir lutar com essa situação, pois sabe que a esposa precisa sim é de muito cuidado e atenção.
  • Importante que o sentimento do familiar, como: raiva, frustração, tristeza, culpa, angustia não devem ser compartilhados com o depressivo.
  • É frustrante lidar com uma pessoa que nos passa a sensação a todo o momento de que nada que façamos adiante, ou que ajude, ou que comova.
  • Familiar deve se dedicar a algo que faz e sente prazer sem se culpar pelo ente doente. Deve mostrar que foi ao cabeleireiro, contar algo interessante que aconteceu, mostrar que comprou uma roupa nova ... Mas não espere por entusiasmos acredite apenas que dessa forma está sendo um ponto de referência do dia a dia familiar.
 Dicas:
  •          Não pergunte se está bem hoje!
  •   Não imponha atividades que não quer!
  •          Coloque uma música suave!
  •          Mostre coisas bonitas: fotos, imagens, filho fazendo algo novo!
  •   Tenha paciência e persevere!
(trechos tirados do meu curso: Saia da Depressão!)

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Lidando com o luto

Assistindo tv no dia de hoje, nos deparamos com mortes, muitas mortes.
Mortes de vítimas das enchurradas da região serrana do Rio de Janeiro.
Mas, que tema sofrido é esse? Como lidar com a ausência eterna da pessoa que tanto se ama? Que dor é essa no peito, que nó na garganta? Que vontade de sumir... Que vontade de ficar quietinha pra sempre...
Que morte é inevitável todos sabemos, mas como é difícil lidar com algo tão misterioso, tão doloroso.
Deixar de ver e conversar com o ente querido parece ser aterrorizante, muitos até tentam fugir desse tema, principalmente, quando pensamos em algum familiar, pai, mãe, marido, filhos.
Morte repentina causada por acidentes de carro, moto, avião, assassinatos, infarto fulminante, e até as próprias enchentes causam maiores dificuldades para serem aceitas, ocasionando um sofrimento psíquico muito grande, com sérias consequências para a pessoa que sente.
Já as mortes causadas por envelhecimento, problemas de saúde, como câncer, enfisema pulmonar, são um pouco mais fáceis de serem aceitas, pois é visível o sofrimento física que a pessoa passa, acreditando-se que a morte realmente é o melhor para que a pessoa pare de sofrer.
Muitas vezes o luto que vivemos com o fim de um namoro, ou de uma amizade de anos é tão doloroso e triste quanto o luto da morte de um ente querido. Quando acontece a separação de um casal, o luto também deve ser vivenciado.
Ao vivenciar o luto, os estados emocionais podem variar entre tristeza, raiva, culpa, melancolia, negação resultando em comportamentos como choro excessivo, agressividade, dificuldade em se concentrar, insônia, falta de apetite e até depressão.
E o que significa viver o luto?
1. Ter espaço para poder se expressar, chorar, pedir ajuda. 
2. Viver o sofrimento de ver roupas, de sentir falta do abraço, da companhia da pessoa.
3. Conseguir planejar como será a vida sem o ente querido.
4. Não se culpar.
5. Buscar ajuda, caso não esteja conseguindo lidar com todo o sofrimento.
Acredito que o primeiro e o último tópico são os mais importantes, pois vivenciar, chorar se torna tão importante quanto chegar pra alguém e dizer: Tô sofrendo, dói muito!
Muitas pessoas que vejo parecem que estão mortas vivas, estão vivendo por viver, deixando a vida passar por causa da ausência de alguém, seja de um ex-namorado ou até da morte de um familiar. Mas, a vida continua muitas decisões dependem apenas de você!

Abraços

PsiRê

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

DEPRESSÃO

Esse texto é para informar sobre a doença que é hoje o mal do século: DEPRESSÃO
O que é
Todo mundo uma vez ou outra na vida se sente deprimido ou triste. É uma reação natural à perda, aos desafios da vida e à baixa auto-estima. Mas, às vezes, o sentimento de tristeza se torna intenso, dura longos períodos e retira a pessoa da vida normal. A depressão é o mais comum dos transtornos mentais, mas é uma doença tratável.
Reconhecer a depressão é freqüentemente o maior obstáculo para diagnosticar e tratar a depressão. Infelizmente, aproximadamente metade das pessoas que passa pela depressão nunca tem a doença diagnosticada ou tratada. E isso pode ser uma ameaça: mais de 10% das pessoas que têm depressão se suicidam. Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento:

1. Tristeza
2. Perda de interesse por coisas que antes você gostava
3. Falta de energia Dificuldade de concentração
4. Dificuldade de tomar decisões
5. Insônia ou sono em excesso
6. Problemas no estômago ou na digestão
7. Sentimento de desesperança
8. Problemas sexuais, como a falta de interesse
9. Dores
10. Mudança no apetite, levando ao ganho ou à perda de peso
11. Pensamentos de morte, suicídio e auto-mutilação
12. Tentativa de suicídio

Fatores de risco
Sabe-se que há uma predisposição genética e fatores que podem desencadear o mal, como:

1. história familiar de casos semelhantes
2. perdas, lutos e estresse
3. personalidade tímida, introspectiva e insegura
4. muitas experiências de fracasso na vida
5. ser mulher (por causa das constantes oscilações hormonais)
6. gravidez e parto
7. pouco convívio social e relações desestruturadas


Procure ajuda psicológica caso tenha os sintomas acima! Ele irá te ajudar!
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