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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O que é transtorno de conduta?

imagem: GOOGLE
Crianças e adolescentes estão em constante fase de desenvolvimento e formação da personalidade. Mas, tipos de personalidade que persistem e trazem certo desconforto seja na escola ou em casa são indícios de que algo não está indo bem. Fortes e muito presentes características de desobediência, "matar aula", dificuldade em aceitar limites e regras, desafiar professores e pais se arriscar em atividades perigosas e sem responsabilidade podem receber o diagnóstico de transtorno de conduta.
Os adolescentes que precisam de atenção especial são principalmente os que não aparentam sofrimento psíquico diante do ato que cometeu, ou ainda diante do sofrimento que causou a alguma pessoa, seja familiar ou alguém desconhecido.
Os critérios diagnósticos do DSM-IV para transtorno da conduta incluem:
(1) freqüentemente persegue, atormenta, ameaça ou intimida os outros;
(2) freqüentemente inicia lutas corporais; 
(3) já usou armas que podem causar ferimentos graves (pau, pedra, caco de vidro, faca, revólver); 
(4) foi cruel com as pessoas, ferindo-as fisicamente;
(5) foi cruel com os animais, ferindo-os fisicamente;
(6) roubou ou assaltou, confrontando a vítima;
(7) submeteu alguém a atividade sexual forçada;
(8) iniciou incêndio deliberadamente com a intenção de provocar sérios danos;
(9) destruiu propriedade alheia deliberadamente (não pelo fogo);
(10) arrombou e invadiu casa, prédio ou carro; 
(11) mente e engana para obter ganhos materiais ou favores ou para fugir de obrigações;
(12) furtou objetos de valor;
(13) freqüentemente passa a noite fora, apesar da proibição dos pais (início antes dos 13 anos);
(14) fugiu de casa pelo menos duas vezes, passando a noite fora, enquanto morava com os pais;
(15) falta na escola sem motivo, matando aulas freqüentemente (início antes dos 15 anos). 
Os critérios diagnósticos do DSM-IV para transtorno da conduta aplicam-se a indivíduos com idade inferior a 18 anos e requerem a presença de pelo menos três desses comportamentos nos últimos 12 meses e de pelo menos um comportamento anti-social nos últimos seis meses, trazendo limitações importantes do ponto de vista acadêmico, social ou ocupacional.
TRATAMENTO
Intervenções junto à família e a escola, psicoterapia individual e familiar. Para que tenha êxito, o tratamento não deve ser isolado, e nem abandonado.
Importante: Quanto mais jovem e menores classificações se enquadrar, maiores serão as chances de "cura" com o tratamento, com a psicoterapia.
Com adolescentes que já causaram vários delitos além da psicoterapia também é importante aulas de música, de artes.
Uso de medicamento É necessário quando existe a presença de agressões, paranóias, TDAH)
CAUSAS
Muitas vezes a causa está na relação conflituosa entre pais e filhos. Alguns pais apresentam sérias dificuldades em estabelecer limites, em educar. Ter um bom convívio em casa, sem agressões, ou humilhações é importante para prevenir o transtorno de conduta. Pais que se agridem, chingam, faltam com respeito, tem maiores chances de ter filhos com transtorno de conduta.
imagem: GOOGLE
Infelizmente a maior parte dessa população não tem condição financeira e nem psíquica para tratar a criança ou adolescente, essa situação faz com que tenhamos que conviver com essas crianças e adolescentes diariamente seja na escola de nossos filhos ou ainda na rua, no supermercado.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientações e aconselhamentos psicológicos pelos site:

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Transtornos Alimentares

Muito se ouve falar sobre transtorno alimentar, são vários os meios de comunicação que aborda esse tema: televisão, jornais, revistas, documentários, blogs e muito mais. Sempre dão muita ênfase ao transtorno relacionado a modelos, meninas que querem ser magras, mas existem incidências em garotos adolescentes e mulheres adultas.
O transtorno alimentar apresenta duas síndromes importantes para descrevermos: Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa. Vou descrever as duas e mostrar as perturbações psicológicas de cada uma.

Anorexia Nervosa: 
  • Se sente gordo/a, mesmo estando abaixo do peso esperado para idade e tamanho;
  • Pode levar a morte;
  • Ausência de alimentos, dias sem comer;
  • Exercícios excessivos após a ingestão de uma torrada, por exemplo;
  • Negação com relação a síndrome;
  • Anemia constante;
  • Ausência de menstruação.
Muitos acreditam que a mídia com suas atrizes, apresentadoras magrinhas influenciam no desenvolvimento psicológico e físico das adolescentes, que acreditam que para se ter sucesso e poder financeiro tem que ser magra. Grifes importantes também não tem numeração para as "cheinhas" ou padrão normal, precisa ter corpo magro para poder vestir algumas grifes famosas. 
Rejeição familiar, abusos sexuais, bulling escolar também podem ser fatores determinantes para a formação da personalidade anoréxica.
O tratamento é extremamente difícil, pois sempre negam ser anoréxicos. Quando existe a concientização da síndrome, a psicoterapia é indicada. Quando o caso é grave existe a necessidade de internação hospitalar devido a gravidade da saúde em que se encontra. Importante também destacar que existem recaídas, o que dificulta a "cura".

Bulimia Nervosa:
  • Ingere muita comida em pouco tempo, em seguida toma laxantes, diuréticos e provoca vômitos a fim de evitar o ganho de peso;
  • Está dentro do peso e das medidas para idade e tamanho;
  • Não consegue controlar a excessiva quantidade de comida ingerida.
Muitos familiares não sabem que existe um bulemico na família,pois cometem o vômito logo após a ingestão do alimento, fazem isso no banheiro e em silêncio.
Já tive uma paciente casada e com 2 filhos,que após comer ia até o banheiro para vomitar toda a comida, o marido nem desconfiava. Todos os dentes dela eram postiços devido ao ácido dos vômitos. Psicoterapia foi fundamental para equilibrar a auto estima que estava muito baixa e também cuidados com o humor, pois tinha se tornado agressiva e irritada.


É sempre muito importante cuidar da alimentação dos adolescentes,, principal mente das adolescentes, muitas por medo de engordarem, de sofrerem bulling acabam desenvolvendo uma dessas duas síndromes alimentares. A primeira (anorexia nervosa) pode ser considerada fatal caso esteja no estado grave.

Aconselhamento e Orientações Psicológicas

Imagens: GOOGLE

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Síndrome do Pânico

A dificuldade em diagnosticar a síndrome do pânico vêm da pouca informação que a população recebe.
Muitos ao sentir os sintomas não sabem que estão passando por uma crise. De repente, surge um medo muito grande de morrer, dificuldade de respirar, tonturas, calafrios, palpitações, confusão mental. Esses sintomas podem ocorrer ao dirigir, no supermercado, no trabalho, no ônibus.
Essa crise dura alguns minutos, mas se não for tratada terá novas crises. Muitas pessoas por sentir palpitação acredita que talves seja problemas cardíacos, fazem uma bateria de exames, tomam medicação para algum diagnóstico, mas voltam a ter a crise. Por isso, é importante que passem por avaliação psiquiátrica e psicológica para poder ter o diagnóstico correto.
Após terem a crise apresentam medo intenso de ter novamente, evitam sair de casa, ir ao trabalho, ou a escola, ou ainda necessitando de algum familiar para executar tais tarefas. Muitos até perdem o emprego devido ao medo de ter novas crises na rua, ou no trabalho.
Fatores tem apontado por genética, mas existem pessoas que tem a síndrome independente da genética. Características como perfeccionismo, muita expectativa por algo, pensamento rígido, sobrecarregada de trabalho, stress, necessidade de estar no controle, necessidade de aprovação são comuns.
Familiares devem compreendê-la, ajudá-la, indicar médicos e buscar por tratamento. O psiquiatra irá medicar e o psicólogo irá fazer sessões de psicoterapia que nesse caso podem ser feitas em domicílio.
Importante destacar, se não for tratada, outros problemas emocionais podem vir junto com a Síndrome do Pânico: depressão, uso de drogas e álcoolismo, e ainda a tentativa de suicídio/suicídio.

imagem: Google

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fobia Social

Muitas pessoas conseguem conviver com a fobia social sem buscar ajuda, se adaptando, buscando empregos em que a exposição é menor. Outros, por necessidade buscam informações, e ajuda médica. 
Mas, o que é a fobia social? Eu tenho? Meu vizinho tem? Caso se encaixe nos exemplos abaixo, busque ajuda médica e psicológica e tenha uma vida tranquila e saudável socialmente.
Fobia social é o medo persistente e irracional acompanhado de um desejo de evitar situações em que o indivíduo é exposto à avaliação dos outros por exemplo: falar em público, escrever, comer ou beber na presença de outros, dirigir com pessoas criticando.
Através do www.psicoterapiavirtual.com.br tenho atendido muitas pessoas que tem dificuldade em ir até o consultório e falar dos problemas, por medo do julgamento e da exposição. Tem sido uma ótima oportunidade de buscar ajuda, informações e soluções.
Inicia-se normalmente na infância ou no início da adolescência. A família é o primeiro e o mais importante sistema social. Pais que avaliam negativamente as crianças podem proporcionar medo e insegurança, assim podem desenvolver a fobia social por medo de reprovação ou crítica.
Embora nem todos os fóbicos apresentem sintomas de Pânico, ocorre uma manifestação de ansiedade semelhante, como sudorese, tontura, pernas bambas, esquecimento súbito e, desmaios e bloqueio da fala.
O tratamento para a fobia social é medicamentoso e psicoterapia. Na medicação são receitados antidepressivos, e nas psicoterapias o indivíduo se orienta, vivencia a fobia,  lida com a causa. Entrar em contato com esse transtorno é o primeiro passo para conseguir superar esse sofrimento. Busque ajuda ou vai viver sozinho eternamente com medo das pessoas e de suas críticas?


imagens: Google
PsiRê

sábado, 8 de janeiro de 2011

Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC


O sofrimento emocional na vida do ser humano não é algo fácil de lidar para as pessoas que não sentem. Transtorno Obsessivo Compulsivo, conhecido também como TOC é a repetição compulsiva de um determinado comportamento. Em casos graves impede o paciente de ter uma rotina normal, como trabalhar, estudar, frequentar igreja, supermercados, é um tormento diário, algo que parece nunca ter fim. Familiares muitas vezes não aceitam tal comportamento, se entristecem e acabam também precisando buscar ajuda para poder lidar com tal sofrimento.

O indivíduo para receber o diagnóstico de TOC é necessário que tenha os sintomas ou atos compulsivos na maioria dos dias por pelo menos duas semanas consecutivas.

Transtorno Obsessivo Compulsivo pode ser apresentar de 3 formas: 

Primeira: pensamento obsessivos. O paciente pensa a mesma coisa por dezenas, centenas vezes. Impedindo prestar atenção em algo, em dormir, em trabalhar.



Segunda: comportamentos obsessivos, rituais obsessivos. Lavar as mãos diversas vezes e não consegue sentir que está limpa, verifica se a porta está realmente trancada por toda a noite ou até mesmo durante o dia, limpa a casa diversas vezes, pois parece que nunca está limpa, arruma armários excessivamente.


Terceira: é a pior forma que o TOC pode se apresentar, pois apresenta-se os dois anteriores juntos na mesma pessoa. É muito sofrimento!
 
As causas para o TOC são fatores hereditários, conflitos internos e estresses. Muitas vezes, os conflitos internos tiveram seu início na infância.

O tratamento pode ter 100% de sucesso ou não. Extremamente necessário o acompanhamento psiquiátrico para receitar medicamentos, e também acompanhamento de psicólogo para realizar psicoterapia com duas ou três sessões semanais dependendo do grau que estiver apresentando.

imagens: GOOGLE

PsiRê

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Psicopata

Sempre gosto de ressaltar que a minha intenção em descrever alguns transtornos é de colaborar com o entendimento sobre essas patologias, e não de rotular pessoas. Lembrando sempre que para termos certeza de uma patologia é muito importante a avaliação médica, psicológica e psiquiátrica.

Personalidade Psicopata - egocêntrico, desonesto, e indignos de confiança. Se divertem com o sofrimento alheio, não sentem culpa, não aprendem com erros e não conseguem frear impulsos. Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e não suportam compromissos.
Se algo ou alguém tenta impor limites ou regras este torna-se agressivo com o pensamento apenas no seu próprio objetivo.Pesquisas mostram que grande parte dos presos são psicopatas, mas infelizmente um número maior está nas ruas. Existem três níveis de psicopata. Leve: charmoso, simpático, galantiador. Moderado: hambicioso, tem muita necessidade de dinheiro. E o grave: estupradores, assassinos, sentem prazer em torturar pessoas, e fazem crueldades.
Diferentemente de pacientes psicóticos, os psicopatas são conscientes dos seus atos, pois não entram em delírio.
Estudos demonstram que pessoas que tiveram violência e família desestruturada na infância, podem apresentar-se como psicopatas da vida adulta. Há também fatores genéticos e fatores de ordem social, por exemplo um indivíduo frente a uma situação muito estressora pode ter um comportamento psicopata.
Tem sido muito frequente, devido as ambições, e desordens nas famílias.
Alguns psicopatas tem aderido a algumas religiões para obter o disfarce da sua patologia. Colocam-se na posição de terem sidos salvos, mas muitos veem na religião salvadora uma maneira de continuarem exercendo sua psicopatia. Roubando dinheiro de menos favorecidos e até pedofilia.

Psi Regina
www.psicoterapiavirtual.com.br

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

ADOLESCÊNCIA

Tem os que dizem "aborrecência".  Não pertenço a esse grupo, é adolescência, fase complicada da vida.
Não é frescura, e nem fazem de propósito. É realmente uma fase que precisa de muitos cuidados, orientações e ajuda.
Na adolescência, iniciando-se com 11 anos, ocorrem significativas mudanças hormonais no corpo. Essas mudanças hormonais provocam desestabilidade de humor, provocando tristeza, alegria, agressividade, insegurança.
Pais e professores precisam estar disponíveis para responder as dúvidas que se apresentam, e também orienta-los da melhor forma.
  • São tão novos e já tem que resolver sobre carreira profissional;
  • Muitas vezes os pais estão em atritos, com possibilidades de separação ou estão passando por uma separação;
  • A auto estima começa a ficar abalada com o aparecimento das espinhas;
  • Estão enfrentando a primeira traição no namoro.
Enfim, muitas coisas novas estão acontecendo nessa fase da vida.
Os pais também passam por dificuldades ao ver o pouquinho de arroz, e o pedacinho de carne que a filha come com medo de engordar. Também se irritam quando os filhos adolescentes passam por eles sem dizer "bom dia" ou "boa noite".
Costumo em meu consultório realizar muitas orientações de pais para os que tem filhos adolescentes. Realmente muitos encontram muitas dificuldades em lidar com o filho adolescente.

Muito importante procurar estabelecer um tipo de comunicação que faça com que o adolescente se sintam seguro para poder mostrar suas dúvidas, seus medos, suas fraquezas. Também é importante ter cautela com críticas, se não for bem interpretada pelo adolescente, esta pode ser fatal para o relacionamento pais-filho.
Alguns transtornos da adolescência:
  • transtorno de conduta
  • transtorno alimentar: bulimia, anorexia
  • transtorno de humor
  • transtorno de ansiedade
  • transtorno de uso de substãncias psicoativas
  • transtorno psicóticos
Outro dificuldade é lidar com adolescentes viciados pelo computador, mas precisamente internet e jogos.
Torna-se imprescindível buscar ajuda psicológica quando observar que não está conseguindo lidar com tais dificuldade.
Em breve, falarei um pouco sobre alguns desses transtornos listados acima. Você gostraia de saber sobre qual deles?
Beijos a todos!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Transtorno de Personalidade Borderline




Provavelmente, você lendo esse post, vai se lembrar de alguém que tenha as características a seguir, mas cautela, rotular pessoas não é certo. O meu objetivo é informá-los sobre algumas patologias e assim conseguir se ajudar ou ajudar alguém com tal problema.

As pessoas para terem diagnósticos e prognósticos necessitam de uma avaliação médica, psicológica, ou até mesmo psiquiátrica.

A personalidade Borderline caracteriza-se pela instabilidade de emoções. Essa característica faz com que tenha instabilidade nos relacionamentos interpessoais, na auto-imagem e nos afetos.

Qualquer sinal de abandono real ou imaginário já provoca fortes transformações no comportamento, nos afetos, na cognição. Logo, nos primeiros encontros, este, se diz ser protetor, cuidador, juras para toda uma vida. Na verdade, essa atitude é uma maneira de saber que o outro sempre "estará lá" na sua espera.

É frequente a mudança de opiniões sobre carreira, amigos, família, relacionamento. Exemplo: "Ora namoro com você, ora você me faz mal, e não te quero mais." Esse comportamento acaba desgastando o relacionamento, fazendo com que o outro tenha a auto estima negativa com relação a si próprio.

A impulsividade é outra característica dessa personalidade, normalmente em excesso: gastar, comer, beber, jogar, utilizar de substâncias, dirigir descontroladamente.

Muitas vezes encontram-se com intenso sentimento de vazio. Culpando o parceiro por esta sensação.

Sentimento de raiva frequente, tendo dificuldade de controle, chegando até a lutas corporais.

Este é um grave distúrbio que afeta toda uma vida, da pessoa acometida e dos seus familiares. Medicação como estabilizadores do humor, antidepressivos e outros são importantes para reduzir as consequências incontroláveis da doença. Acompanhamento psicológico é imprescindivel.


www.psicoterapiavirtual.com.br
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