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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Orientação Psicológica Online
Pela terceira vez fui aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia a realizar orientação psicológica on line.
Orientação por skype ou e-mail.
Pagamento pode ser feito com depósito, transferência ou pag seguro.
Mais informações no meu site:
www.psiregina.com.br
sexta-feira, 15 de junho de 2012
A psicoterapia pode te ajudar, e muito...
![]() |
| imagem: facebook |
Quem nunca se fez todas essas perguntas? Provavelmente, a pessoa que não se preocupa em se autoconhecer, em se melhorar.
Muitas pessoas chegam em meu consultório tristes, magoadas por causa de determinadas pessoas, as culpam pela infelicidade e má sorte, mas ao iniciarmos a terapia percebem que se não mudarem apenas o próprio mundo, essas situações continuaram acontecendo, e a infelicidade continuará reinando.
Busque terapia para poder viver melhor com você e com os outros.
O bom psicólogo estuda constante para buscar alternativas para poder colaborar com a evolução humana.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientação Psicológica Online
sábado, 27 de agosto de 2011
Hoje é dia do Psicólogo!
Como o psicólogo pode ajudá-lo?
A psicologia é uma ciência não assim tão nova, mas um pouco confusa para o entendimento geral. É inevitável a associação do psicólogo com problemas.
Problemas estes, que geralmente estão relacionados a dores não muito bem compreendidas e de difícil assimilação.
A cabeça entende os problemas, administra-os, procura soluções inteligentes e plausíveis, mas o coração. Ah, o coração... Este é o maior sabotador da inteligência e grande delator da fragilidade humana...
A razão entende, aceita toda e qualquer adversidade, mas e as emoções, como ficam?
Como aquietar e serenar uma “coisa” que se sente? Se é sentimento, como medi-lo, decifrá-lo, conduzi-lo? Como explicá-lo, acalmá-lo e curá-lo? Não existe “amorômetro”, “sofrerômetro”, “ansiômetro” que consiga diagnosticar com precisão o grau, o tamanho e a dimensão das inquietações emocionais que o ser humano está exposto ao longo da sua vida.
Perante estas inquietações, o mais sábio dos mortais é capaz de se render e se desconhecer a ponto de se perder e, quando ele se perde, o comportamento muda. As atitudes ficam mais vulneráveis e vão se moldando ao novo e estranho contexto das emoções. É neste momento que o psicólogo entra em ação.
As emoções acabam sendo os condutores da vida e se não estiverem equilibradas, organizadas e entendidas entrarão num turbilhão conflitante bloqueando uma ação mais coerente e sensata.
Neste sentido, o psicólogo atua como um grande sensor, administrando os verbos “sentir” e “agir” e, assim, obriga o outro a “pensar”, racionalizar sobre as emoções. Fazemos isso entendendo quais são os mecanismos e possíveis desencadeadores da instabilidade emocional, não há mistério. É preciso, apenas, preparar o “medicamento adequado”.
Cada psicólogo tem os “medicamentos” próprios de acordo com a linha que escolheu para atuar; “medicamentos” estes que não estão à disposição em nenhuma farmácia. O psicólogo empresta a sua sensibilidade, grau de empatia, colo, ouvido, coração e técnica (sim, ele estudou para isso) para chegar ao objetivo maior.
Não é difícil ser psicólogo. Basta ser gente e gostar muito de gente.
Ainda vou ter a oportunidade de ler um adesivo nos carros assim:
“Consulte um psicólogo. Ele pode e sabe como ajuda-lo a viver bem melhor.”
A psicologia é uma ciência não assim tão nova, mas um pouco confusa para o entendimento geral. É inevitável a associação do psicólogo com problemas.
Problemas estes, que geralmente estão relacionados a dores não muito bem compreendidas e de difícil assimilação.
A cabeça entende os problemas, administra-os, procura soluções inteligentes e plausíveis, mas o coração. Ah, o coração... Este é o maior sabotador da inteligência e grande delator da fragilidade humana...
A razão entende, aceita toda e qualquer adversidade, mas e as emoções, como ficam?
Como aquietar e serenar uma “coisa” que se sente? Se é sentimento, como medi-lo, decifrá-lo, conduzi-lo? Como explicá-lo, acalmá-lo e curá-lo? Não existe “amorômetro”, “sofrerômetro”, “ansiômetro” que consiga diagnosticar com precisão o grau, o tamanho e a dimensão das inquietações emocionais que o ser humano está exposto ao longo da sua vida.
Perante estas inquietações, o mais sábio dos mortais é capaz de se render e se desconhecer a ponto de se perder e, quando ele se perde, o comportamento muda. As atitudes ficam mais vulneráveis e vão se moldando ao novo e estranho contexto das emoções. É neste momento que o psicólogo entra em ação.
As emoções acabam sendo os condutores da vida e se não estiverem equilibradas, organizadas e entendidas entrarão num turbilhão conflitante bloqueando uma ação mais coerente e sensata.
Neste sentido, o psicólogo atua como um grande sensor, administrando os verbos “sentir” e “agir” e, assim, obriga o outro a “pensar”, racionalizar sobre as emoções. Fazemos isso entendendo quais são os mecanismos e possíveis desencadeadores da instabilidade emocional, não há mistério. É preciso, apenas, preparar o “medicamento adequado”.
Cada psicólogo tem os “medicamentos” próprios de acordo com a linha que escolheu para atuar; “medicamentos” estes que não estão à disposição em nenhuma farmácia. O psicólogo empresta a sua sensibilidade, grau de empatia, colo, ouvido, coração e técnica (sim, ele estudou para isso) para chegar ao objetivo maior.
Não é difícil ser psicólogo. Basta ser gente e gostar muito de gente.
Ainda vou ter a oportunidade de ler um adesivo nos carros assim:
“Consulte um psicólogo. Ele pode e sabe como ajuda-lo a viver bem melhor.”
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