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quarta-feira, 6 de março de 2013
segunda-feira, 18 de junho de 2012
TPM - Tensão Pré Menstrual
Tensão pré menstrual ou Síndrome disfórica pré menstrual, já ouviu falar?
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| Imagem: GOOGLE |
Com certeza sim, pois existe uma estimativa que 75% das mulheres que menstruam possuem.
Os sintomas são dos mais diversos, os mais comuns são:
• tristeza, vontade de chorar;
• fome em excesso ou falta de apetite;
• falta de sono ou excesso de sono;
• inchaços;
• agressividade;
• ansiedade;
• dor de cabeça; dores musculares;
• falta de sono ou excesso de sono;
• inchaços;
• agressividade;
• ansiedade;
• dor de cabeça; dores musculares;
Os sintomas físicos são difíceis, mas os sintomas emotivos como choro, tristeza, muitas vezes fazem com que a mulher se isole, tenha pensamentos tristes sobre si mesma e sobre o outro, tenha baixa tolerância sobre dificuldades do dia a dia, trazendo muitos outros problemas, incluindo rendimentos no trabalho.
É importante que a mulher que sinta que esses sintomas interferem apenas na fase da pre menstruação procure o seu ginecologista para buscar um tratamento eficaz. Se a sua tensão pré menstrual prejudicar significativamente os seus dias nesse período, será diagnosticada como doença e com necessidade de tratamento.
Mas, também existem os casos em que a mulher aproveita essa fase para falar, expor todas as suas angustias, desilusões, chorar por fatores que não chorou o período que antecede essa fase, nesses casos, psicoterapia é importante. Pois no processo do autoconhecimento, a mulher irá buscar resolver os problemas que vive diariamente de uma maneira mais saudável e com menor sofrimento.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP:06/72676
Orientação Psicológica Online
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Tratamento para Depressão
Terapia farmacológica
Os antidepressivos intervêm no organismo e garantem a presença constante e maior de neurotransmissores. Apenas com 15 dias de uso, os efeitos começam a surgir, período esse em que o paciente se queixa dos efeitos colaterais e ainda não sente os benefícios da medicação.
Alguns antidepressivos: tricíclicos; IMAO; SSRI; atípicos; inibidores receptivos de recaptação da noradrenalina; lítio e anticonvulsivantes.
Psicoterapia
Na psicoterapia, o paciente amplia sua percepção a respeito de si próprio, aumenta sua autoconfiança e sua autoestima. Desenvolve a capacidade de se orientar em seu meio na busca para o seu equilíbrio.
Resolve questões que por ventura desencadeou a depressão.
Alimentação
Alguns alimentos fornecem nutrientes e substâncias que participam da produção dos neurotransmissores.
Fontes de triptofano: carnes magras, peixes, leite e iogurte desnatados, queijos brancos e magros, nozes e leguminosas.
Fontes de carboidratos: pães, cereais integrais, biscoitos integrais, massas integrais, arroz integral e selvagem, frutas, legumes e chocolate amargo (com moderação)
Fontes de tirosina: peixes, aves sem pele, ovos, leguminosas, nozes e castanhas, queijos magros e tofu.
Fontes de Folato: espinafre, feijão branco, laranja, aspargo, couve de Bruxelas, maçã e soja.
Fontes de B6: frango, atum, banana, levedo de cerveja, cará, alho e sementes de gergelim.
De 3 a 4 cafezinhos, ao longo do dia, pode prevenir a depressão, auxiliar na memória e no estado de alerta.
Se o depressivo não aceita tratamento
A família do paciente depressivo preocupa-se a cada dia com o seu estado, sua falta de ânimo, sem vontade para viver. Importante mostrar que o médico irá esclarecer sobre a doença, dúvidas e possíveis tratamentos.
Existem casos, em que o paciente não busca tratamento, assim a internação é extremamente necessária pois os riscos de suicídio são muito evidentes. Ou ainda, paciente se recusa a comer e isso agrava a saúde e o sistema imunológico fica prejudicado. Ao sair da internação, paciente perceberá que a medicação e psicoterapia fazem bem, e irá dar continuidade ao tratamento.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Tipos de Depressão mais comuns
Devemos sempre nos lembrar que depressão é doença, é algo que tem tratamento. Nunca ignore a pessoa que diz estar deprimida, é um sentimento real, dói muito e solitário.
Depressão maior;
Depressão crônica;
Depressão pós parto;
Depressão infantil.
Depressão Maior
O paciente tem um histórico de vida emocional com vários momentos onde apresentou sintomas depressivos, muitos deles sem motivo vivencial aparente ou, quando há algum motivo, o quadro é desproporcional, tanto em intensidade quanto em duração. Essas pessoas são deprimidas, ou seja, têm um perfil afetivo propenso à depressão, têm com freqüência antecedentes familiares de depressão.
Freqüentemente apresentam propensão ao choro, irritabilidade, ruminação obsessiva, ansiedade, fobias, preocupação com a saúde física e queixas de dores.
Depressão Crônica
O paciente perde o prazer de realizar atividades cotidianas e se sente angustiado, melancólico e sem energia para nada. Se sentem apáticos, sem motivação, e os pensamentos quase sempre são negativistas. Muitas vezes chegam a pensar em suicídio, embora, na maioria das vezes, não de forma concreta.
Quando esses episódios persistem por muito tempo, a depressão é identificada como crônica. A gravidade é mais acentuada quando a pessoa que sofre de depressão acha que não está doente, se recusando a colaborar nos tratamentos, para os quais são indicados medicamentos antidepressivos para equilibrar os neurotransmissores.
Depressão Pós Parto
Pode ocorrer por alguns dias ou até meses depois do parto. A mulher pode ter sentimentos similares ao da depressão - tristeza, ansiedade, irritabilidade - porém são muito mais fortes.
Geralmente impede a mulher de fazer coisas que precisa no dia-a-dia. Quando a vida normal da mulher é afetada, é um sinal certo que ela deve procurar logo um médico. Se a mulher não obtiver tratamento para a depressão pós-parto, os sintomas podem piorar e durar até um ano. Existem casos extremos em que a mulher mata o próprio bebê.
Depressão Infantil
Os sintomas são diferentes: rejeição, enurese, encoprese, choro fácil, condutas antissociais, perda da atenção, fobia escolar, agressividade, cansaço matinal, entre outros.
A depressão infantil pode acarretar sérios prejuízos no desenvolvimento escolar e social.
No próximo post irei falar sobre os tratamentos.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
sábado, 19 de novembro de 2011
Os sentimentos do familiar do Depressivo
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| imagem: Google |
- Como entender o que o outro está sentindo se não vejo a dor?
- Muitos não aceitam a doença e tratam o depressivo com pouco caso.
- É compreensível a situação em que o familiar encontra-se, pois o desejo é que ocorra a cura o mais rápido possível.
- É comum a esposa com depressão querer se separar do marido, e não se importar com a guarda dos filhos. É difícil para este marido conseguir lutar com essa situação, pois sabe que a esposa precisa sim é de muito cuidado e atenção.
- Importante que o sentimento do familiar, como: raiva, frustração, tristeza, culpa, angustia não devem ser compartilhados com o depressivo.
- É frustrante lidar com uma pessoa que nos passa a sensação a todo o momento de que nada que façamos adiante, ou que ajude, ou que comova.
- Familiar deve se dedicar a algo que faz e sente prazer sem se culpar pelo ente doente. Deve mostrar que foi ao cabeleireiro, contar algo interessante que aconteceu, mostrar que comprou uma roupa nova ... Mas não espere por entusiasmos acredite apenas que dessa forma está sendo um ponto de referência do dia a dia familiar.
Dicas:
- Não pergunte se está bem hoje!
- Não imponha atividades que não quer!
- Coloque uma música suave!
- Mostre coisas bonitas: fotos, imagens, filho fazendo algo novo!
- Tenha paciência e persevere!
(trechos tirados do meu curso: Saia da Depressão!)
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Como se desenvolve a depressão?
Nem sempre é possível fazer uma avaliação que se determina como foi desenvolvida a depressão, mas estudos mostram que fatores genéticos e neuroquímicos somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos podem ser os responsáveis pela depressão apresentada pelo paciente.
Alterações hormonais, tensões pré menstruais, dificuldades familiares e financeiras, stress, desemprego, menopausa muitas vezes são decisivos para um indivíduo ter depressão.
Genética:
Pesquisas revelam que parentes biológicos de primeiro grau de pacientes que sofrem de depressão têm mais do que o dobro de probabilidade de desenvolver em algum momento da vida a depressão.
Na mulher, a depressão é duas vezes mais freqüente do que nos homens.
Caso alguém da família tenha tinha depressão, e teve sucesso com algum tratamento ou medicação, busque informações pois esse mesmo medicamento também poderá lhe fazer bem. Pesquisa revela que medicação que faz bem a um, irá fazer bem ao outro familiar.
Estresse
Ao analisar o histórico de vida do paciente depressivo poder perceber que alguns trazem um esgotamento físico e mental devido a grande exposição de estresse.
Muitos, apresentam-se cansados, exaustos físico e mentalmente.
Também é muito comum apresentar depressão após uma exaustão, uma exigência muito grande no trabalho, como horas extras, buscas por metas, falta de alimentação saudável.
Tristeza
Outro fator que pode desencadear a depressão é a tristeza.
Por vezes, morte de algum ente muito querido, separação, tristeza causada pelo desemprego, baixa auto estima.
A situação se torna mais difícil de se lidar quando ocorre genética, estresse e tristeza em uma só pessoa.
Não são todas as pessoas que diante de alguma dificuldade desenvolvem depressão.
Orientação Psicológica Online
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Agorafobia
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| imagem: Google |
Agorafobia é o medo de ruas amplas e espaços abertos, medo de ficar em lugares de onde seria difícil sair ou pedir ajuda.
Os lugares relacionados a agorafobia são lugares públicos, multidões, ou qualquer lugar distante da própria casa. O grau desse transtorno é medido pelo nível de dependência que o paciente tem, como: conseguir andar sozinho pela rua, andar no quarteirão, ir até a portaria, ir ao supermercado. Alguns pacientes descrevem sentir o medo de se manifestar o ataque ou exibir ansiedade na presença de outras pessoas, de desmaiar, ou ser visto num estado descontrolado sendo extremamente encarado como algo humilhante e embaraçante.
| Imagem: Google |
O início da manifestação da agorafobia é gradual e a piora ocorre pela persistência das crises de pânico. Na maioria dos casos a doença inicia-se geralmente após uma grande tensão proveniente de uma separação ou doença física que leva a piora do estado do paciente, tornando-se extremamente dependente.
Grande parte dos pacientes são constituídos por mulheres recém casadas com idade entre 25 e 36 anos, relacionando que muitas dessas jovens saem de um círculo familiar amplo para o isolamento do dia a dia como vivem grande parte das recém casadas. A dependência do marido nesse caso, é muito maior, e quando essa dependência fracassa, alguns pacientes passam a manifestar sintomas fóbicos.
A doença é manifestada por vômitos, sudorese abundante, perda do controle urinário ou instestinal, sintomas depressivos, síncope (desmaio).
O tratamento para agorafóbicos a base de remédios não costuma ser muito eficiente. A agorafobia costuma regredir na medida em que o paciente não tem mais crises de pânico, podendo levar anos. A melhor forma de tratamento é pela psicoterapia, onde avalia os níveis de ansiedade em intervalos regulares, com elaboração de situações do cotidiano como dirigir, caminhar, ir ao supermercado. Porém, para ser tratado é necessário que o paciente busque por ajuda psicológica, o que muitas vezes é um processo difícil e característico do agorafóbico.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Transtorno Bipolar de Humor
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| imagem: GOOGLE |
Como o próprio nome diz, o Bipolar possui as duas polaridades do humor. Ora estando no auge da euforia, muito alegre, muito feliz, cheio de energia e ora está na depressão profunda, tristeza, melancolia.
Comportamentos:
Na euforia apresenta aumento da impulsividade: compras, esporte, sexo, trabalho, estudo, drogas, álcool;
Extrema irritabilidade, impaciência, incapacidade de se concentrar;
Diminuição da necessidade de sono;
Agitação, aceleração de pensamentos e idéias;
Mudança de assunto brusca, fala muito rápida;
Arrogante, sentimento de superioridade.
Na depressão apresenta lentidão, perda de energia, falta de interesse por coisas ou pessoas;
Dificuldade em tomar decisões, desânimo;
Perda ou aumento de apetite;
Dores pelo corpo;
Idéias de mortes são frequentes, planejamentos sobre o próprio suicídio.
O TBH pode causar sérios prejuízos a vida: como por exemplo na euforia: gastar um dinheiro que não tem, fazer sexo compulsivamente com pessoas desconhecidas e sem as devidas prevenções, ou ainda na depressão: deixar de ir ao trabalho, deixar de dormir noites, ou dormir dias e noites.
Fatores hereditários e fatores estressores como: separação, ou perda de um ente querido, mudanças na vida podem ser determinantes para o Transtorno Bipolar de Humor.
Após o diagnóstico realizado por psiquiatra ou psicólogo, o tratamento feito pelo psiquiatra é medicamentoso com o uso de estabilizadores do humor e também com o uso de antidepressivos. Tratamento com psicoterapia com psicólogos competentes também é importante para redução dos sintomas e prevenção de recaídas.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Lidando com o luto
Assistindo tv no dia de hoje, nos deparamos com mortes, muitas mortes.
Mortes de vítimas das enchurradas da região serrana do Rio de Janeiro.
Mas, que tema sofrido é esse? Como lidar com a ausência eterna da pessoa que tanto se ama? Que dor é essa no peito, que nó na garganta? Que vontade de sumir... Que vontade de ficar quietinha pra sempre...
Que morte é inevitável todos sabemos, mas como é difícil lidar com algo tão misterioso, tão doloroso.
Deixar de ver e conversar com o ente querido parece ser aterrorizante, muitos até tentam fugir desse tema, principalmente, quando pensamos em algum familiar, pai, mãe, marido, filhos.
Morte repentina causada por acidentes de carro, moto, avião, assassinatos, infarto fulminante, e até as próprias enchentes causam maiores dificuldades para serem aceitas, ocasionando um sofrimento psíquico muito grande, com sérias consequências para a pessoa que sente.
Já as mortes causadas por envelhecimento, problemas de saúde, como câncer, enfisema pulmonar, são um pouco mais fáceis de serem aceitas, pois é visível o sofrimento física que a pessoa passa, acreditando-se que a morte realmente é o melhor para que a pessoa pare de sofrer.
Muitas vezes o luto que vivemos com o fim de um namoro, ou de uma amizade de anos é tão doloroso e triste quanto o luto da morte de um ente querido. Quando acontece a separação de um casal, o luto também deve ser vivenciado.
Ao vivenciar o luto, os estados emocionais podem variar entre tristeza, raiva, culpa, melancolia, negação resultando em comportamentos como choro excessivo, agressividade, dificuldade em se concentrar, insônia, falta de apetite e até depressão.
E o que significa viver o luto?
1. Ter espaço para poder se expressar, chorar, pedir ajuda.
2. Viver o sofrimento de ver roupas, de sentir falta do abraço, da companhia da pessoa.
3. Conseguir planejar como será a vida sem o ente querido.
4. Não se culpar.
5. Buscar ajuda, caso não esteja conseguindo lidar com todo o sofrimento.
Acredito que o primeiro e o último tópico são os mais importantes, pois vivenciar, chorar se torna tão importante quanto chegar pra alguém e dizer: Tô sofrendo, dói muito!
Muitas pessoas que vejo parecem que estão mortas vivas, estão vivendo por viver, deixando a vida passar por causa da ausência de alguém, seja de um ex-namorado ou até da morte de um familiar. Mas, a vida continua muitas decisões dependem apenas de você!
Abraços
PsiRê
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Depressão
Já postei sobre depressão, mas é um tema que sempre pedem para eu descrever. Existe um outro post aqui no blog sobre depressão, mas estou escrevendo outro post com novas informações.
O mal do século parece realmente ter invadido as nossas vidas.
É comum ouvirmos as pessoas dizerem que estão com depressão.
Mas, o que será realmente a depressão? Será que um dia ou dois de melancolia, tristeza, pode ser diagnosticada como depressão?
Segundo CID 10 (Classificação Internacional de Doenças), depressão tem 3 níveis: leve, moderado e grave. Alguns dos sintomas: rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade, perda de interesse, dificuldade em se concentrar, irritabilidade, distúrbios do sono (excesso ou insônia), diminuição da autoestima e da autoconfiança, agitação, perda de apetite, perda da libido e muitos outros. Um sintoma comum em todos os depressivos é a necessidade de ficar sozinho, de se isolar.
A depressão pode atingir crianças, adulto, melhor idade, pós parto. Na mulher, a depressão é duas vezes mais freqüente do que nos homens. Alterações hormonais, tensões pré menstruais, dificuldades familiares, desemprego, menopausa são decisivos para um indivíduo ter depressão. Porém, muitas vezes, pode ocorrer que nenhuma dessas causas esteja presente no depressivo.
O tratamento indicado é psicoterapia e medicação antidepressiva. Em alguns casos, o afastamento do trabalho se faz necessário, principalmente se este executa funções em hospitais, pois neste ambiente o depressivo lida diretamente com vida e morte, o que pode ser prejudicial para a sua recuperação e também prejudicial para as pessoas que utilizam o hospital, com doenças e com nascimentos de bebês.
A depressão infantil tem sintomas diferentes: sentimentos de rejeição, enurese, encoprese, choro fácil, condutas antissociais, perda da atenção, fobia escolar, cansaço matinal, entre outros.
Na fase da infância, a depressão pode acarretar sérios prejuízos no desenvolvimento escolar e social da criança. O indivíduo que suspeitar que esteja com depressão precisa buscar ajuda médica e psicológica para poder ser avaliado, medicado e tratado.
imagens: Google
Psi Re
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
DEPRESSÃO
Esse texto é para informar sobre a doença que é hoje o mal do século: DEPRESSÃO
O que é
Todo mundo uma vez ou outra na vida se sente deprimido ou triste. É uma reação natural à perda, aos desafios da vida e à baixa auto-estima. Mas, às vezes, o sentimento de tristeza se torna intenso, dura longos períodos e retira a pessoa da vida normal. A depressão é o mais comum dos transtornos mentais, mas é uma doença tratável.
Reconhecer a depressão é freqüentemente o maior obstáculo para diagnosticar e tratar a depressão. Infelizmente, aproximadamente metade das pessoas que passa pela depressão nunca tem a doença diagnosticada ou tratada. E isso pode ser uma ameaça: mais de 10% das pessoas que têm depressão se suicidam. Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento:
1. Tristeza
2. Perda de interesse por coisas que antes você gostava
3. Falta de energia Dificuldade de concentração
4. Dificuldade de tomar decisões
5. Insônia ou sono em excesso
6. Problemas no estômago ou na digestão
7. Sentimento de desesperança
8. Problemas sexuais, como a falta de interesse
9. Dores
10. Mudança no apetite, levando ao ganho ou à perda de peso
11. Pensamentos de morte, suicídio e auto-mutilação
12. Tentativa de suicídio
Fatores de risco
Sabe-se que há uma predisposição genética e fatores que podem desencadear o mal, como:
1. história familiar de casos semelhantes
2. perdas, lutos e estresse
3. personalidade tímida, introspectiva e insegura
4. muitas experiências de fracasso na vida
5. ser mulher (por causa das constantes oscilações hormonais)
6. gravidez e parto
7. pouco convívio social e relações desestruturadas
Procure ajuda psicológica caso tenha os sintomas acima! Ele irá te ajudar!
O que é
Todo mundo uma vez ou outra na vida se sente deprimido ou triste. É uma reação natural à perda, aos desafios da vida e à baixa auto-estima. Mas, às vezes, o sentimento de tristeza se torna intenso, dura longos períodos e retira a pessoa da vida normal. A depressão é o mais comum dos transtornos mentais, mas é uma doença tratável.
Reconhecer a depressão é freqüentemente o maior obstáculo para diagnosticar e tratar a depressão. Infelizmente, aproximadamente metade das pessoas que passa pela depressão nunca tem a doença diagnosticada ou tratada. E isso pode ser uma ameaça: mais de 10% das pessoas que têm depressão se suicidam. Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento:
1. Tristeza
2. Perda de interesse por coisas que antes você gostava
3. Falta de energia Dificuldade de concentração
4. Dificuldade de tomar decisões
5. Insônia ou sono em excesso
6. Problemas no estômago ou na digestão
7. Sentimento de desesperança
8. Problemas sexuais, como a falta de interesse
9. Dores
10. Mudança no apetite, levando ao ganho ou à perda de peso
11. Pensamentos de morte, suicídio e auto-mutilação
12. Tentativa de suicídio
Fatores de risco
Sabe-se que há uma predisposição genética e fatores que podem desencadear o mal, como:
1. história familiar de casos semelhantes
2. perdas, lutos e estresse
3. personalidade tímida, introspectiva e insegura
4. muitas experiências de fracasso na vida
5. ser mulher (por causa das constantes oscilações hormonais)
6. gravidez e parto
7. pouco convívio social e relações desestruturadas
Procure ajuda psicológica caso tenha os sintomas acima! Ele irá te ajudar!
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