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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ciúmes! Você tem?

Podemos ter ciúmes de um irmão, de um amigo, de um namorado/marido, namorada/esposa, de uma roupa, de um carro, enfim podemos sentir ciúmes por tudo que consideramos NOSSOS. Pois é, muitas pessoas acreditam que são donas de outras pessoas, além de proprietárias de objetos. 



" Significado de Ciúme

s.m. Emulação, inveja; zelo de amor.
Pesar, despeito por ver alguém possuir um bem que se desejaria ter: o ciúme o atormenta.
Receio de que a pessoa amada se apegue a outrem. " (fonte: google)


Existem as pessoas que se sentem amadas pelo fato do parceiro sentir ciúmes, outras que acham que o parceiro não a ama pelo fato de não sentir ciúmes. 
O ciúme, porém pode ser doentio, e acarretar em uma relação sofrida, de brigas, desentendimentos, inclusive com agressões verbais e físicas. Muitas vezes, o ciumento não consegue identificar que está passando por problemas emocionais que faz com que tenha atitudes insanas. Nesses casos, mais extremos de ciúmes, importante a realização de psicoterapia com profissional qualificado para que tais sentimentos não destrua o relacionamento.

fonte: google

 Muitas vezes, o ciumento fica bravo quando a pessoa amada não atende ao telefone, o que dá margem para imaginar, fantasiar o que quiser, sem necessariamente ser a verdade. O ciumento também "vigia" mensagens, telefonemas do celular, além de descobrir senhas. Fazer atividades sem que seja com o parceiro também está fora de cogitação. Tornando assim o relacionamento uma verdadeira prisão.
Pessoas que vivenciaram esse excesso de controle na infância tem tendência a apresentar mais ciúmes, vivenciar pais ciumentos, controladores, também.
Buscar relacionamentos saudáveis é importantíssimo sempre! As duas partes devem estar conscientes de que precisam de ajuda, orientação para que possam se relacionar com segurança, confiança e parceria. 
Existe tratamento para ciúmes doentio: psicoterapia e se necessário antidepressivos. 
Caso precise de orientação, pode entrar em contato www.psiregina.com.br

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Orientação Psicológica Online


Pela terceira vez fui aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia a realizar orientação psicológica on line.
Orientação por skype ou e-mail.

Pagamento pode ser feito com depósito, transferência ou pag seguro.

Mais informações no meu site:
www.psiregina.com.br




terça-feira, 30 de julho de 2013

Rituais invasivos

 Está matéria conta com a minha participação!

Rituais invasivos

Atos e pensamentos compulsivos? Manias em excesso? Esses sintomas podem significar TOC e merecem toda a atenção
Verificar várias vezes se a porta está fechada. Ligar e desligar a lâmpada seguidamente. Limpar repetidamente a mesa. Conferir incansavelmente se o despertador está programado. Esses são apenas alguns exemplos de situações cotidianas de quem tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), repetição compulsiva de um determinado comportamento ou pensamento.

Frescura que nada. "Em casos graves, impede o paciente de ter uma rotina normal, como trabalhar, estudar, frequentar igreja, supermercados, é um tormento diário, algo que parece nunca ter fim", conta a psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo.

A doença também pode se manifestar apenas por meio de pensamentos obsessivos. "O paciente pensa a mesma coisa por dezenas, centenas de vezes, impedindo de prestar atenção em algo, em dormir, em trabalhar", explica a psicóloga, que ainda alerta para uma terceira, e mais severa forma de TOC. "É a pior forma, pois apresenta os dois anteriores juntos na mesma pessoa. É muito sofrimento", destaca.

Probabilidade
O psicólogo cognitivo comportamental Flávio Mesquita explica que é comum os sintomas surgirem próximo à adolescência. "É uma época em que o sujeito encontra-se sob pressão de uma série de critérios e ainda não conseguiu 'aprender' a lidar com a ansiedade. Por isso acaba desenvolvendo mecanismos inadequados que servem para aliviar a ansiedade, os chamados 'rituais", conta.

Cuide-se
Se você tem pensamentos obsessivos e rituais compulsivos, deve procurar ajuda. O diagnóstico é clínico, ou seja, não existe um exame. "Para receber o diagnóstico de TOC é necessário que o indivíduo tenha os sintomas ou atos compulsivos na maioria dos dias, por pelo menos duas semanas consecutivas. Deve estar causando incômodo", explica Regina. Para tratar a doença, é preciso ter acompanhamento psiquiátrico para o uso de medicamentos e, também, de psicólogo, para a realização de psicoterapia.
Rituais invasivos
Paulo* não saia de casa antes de beijar várias vezes as imagens dos santos
José Roberto Bueno / O Liberal
Na pele!
Paulo* teve TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) dos 15 aos 18 anos. Hoje, com 20 anos, o estudante faz tratamento no centro espírita, usa medicação e, também, faz terapia. Ele afirma que está super bem, mas nem sempre foi assim. "Cheguei num ponto que eu não conseguia mais dormir, minha vida era angustiante", conta. Pensamentos obsessivos eram um dos grandes incômodos, mas rituais compulsivos também atormentavam o jovem. "A cabeça ficava pensando coisa ruim e eu tinha várias manias. Deixava tudo arrumadinho, um tênis um na frente do outro, na posição exata, ficava meia hora arrumando para nada. Tinha vários santinhos, antes de sair de casa tinha que beijá-los umas duzentas vezes", explica.

Para Paulo, que hoje não tem mais TOC, o único caminho é procurar tratamento. "O problema é a pessoa não assumir que tem, mas é uma doença como outra qualquer", conclui.

* A identidade foi preservada a pedido da fonte

quarta-feira, 6 de março de 2013

Ajuda psicológica

Cantor Chorão: exemplo de que a depressão, a tristeza enfim, as dificuldades emocionais podem levar a morte, caso não sejam tratadas.

Buscar ajuda psicológica é fundamental!


"O medo segue os nossos sonhos" Chorão
 
 
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
 www.psicoterapiavirtual.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TPM - Tensão Pré Menstrual

Tensão pré menstrual ou Síndrome disfórica pré menstrual, já ouviu falar?
Imagem: GOOGLE

Com certeza sim, pois existe uma estimativa que 75% das mulheres que menstruam possuem.
Os sintomas são dos mais diversos, os mais comuns são:

•    tristeza, vontade de chorar;
•    fome em excesso ou falta de apetite;
•    falta de sono ou excesso de sono;
•    inchaços;
•    agressividade;
•    ansiedade;
•    dor de cabeça; dores musculares;

Os sintomas físicos são difíceis, mas os sintomas emotivos como choro, tristeza, muitas vezes fazem com que a mulher se isole, tenha pensamentos tristes sobre si mesma e sobre o outro, tenha baixa tolerância sobre dificuldades do dia a dia, trazendo muitos outros problemas, incluindo rendimentos no trabalho.

É importante que a mulher que sinta que esses sintomas interferem apenas na fase da pre menstruação procure o seu ginecologista para buscar um tratamento eficaz. Se a sua tensão pré menstrual prejudicar significativamente os seus dias nesse período, será diagnosticada como doença e com necessidade de tratamento.

Mas, também existem os casos em que a mulher aproveita essa fase para falar, expor todas as suas angustias, desilusões, chorar por fatores que não chorou o período que antecede essa fase, nesses casos, psicoterapia é importante. Pois no processo do autoconhecimento, a mulher irá buscar resolver os problemas que vive diariamente de uma maneira mais saudável e com menor sofrimento.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP:06/72676
Orientação Psicológica Online

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A psicoterapia pode te ajudar, e muito...

imagem: facebook
Quem nunca se fez todas essas perguntas? Provavelmente, a pessoa que não se preocupa em se autoconhecer, em se melhorar.
Muitas pessoas chegam em meu consultório tristes, magoadas por causa de determinadas pessoas, as culpam pela infelicidade e má sorte, mas ao iniciarmos a terapia percebem que se não mudarem apenas o próprio mundo, essas situações continuaram acontecendo, e a infelicidade continuará reinando.
Busque terapia para poder viver melhor com você e com os outros. 
O bom psicólogo estuda constante para buscar alternativas para poder colaborar com a evolução humana.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

Orientação Psicológica Online

sábado, 27 de agosto de 2011

Hoje é dia do Psicólogo!


Como o psicólogo pode ajudá-lo?

A psicologia é uma ciência não assim tão nova, mas um pouco confusa para o entendimento geral. É inevitável a associação do psicólogo com problemas.

Problemas estes, que geralmente estão relacionados a dores não muito bem compreendidas e de difícil assimilação.

A cabeça entende os problemas, administra-os, procura soluções inteligentes e plausíveis, mas o coração. Ah, o coração... Este é o maior sabotador da inteligência e grande delator da fragilidade humana...

A razão entende, aceita toda e qualquer adversidade, mas e as emoções, como ficam?

Como aquietar e serenar uma “coisa” que se sente? Se é sentimento, como medi-lo, decifrá-lo, conduzi-lo? Como explicá-lo, acalmá-lo e curá-lo? Não existe “amorômetro”, “sofrerômetro”, “ansiômetro” que consiga diagnosticar com precisão o grau, o tamanho e a dimensão das inquietações emocionais que o ser humano está exposto ao longo da sua vida.

Perante estas inquietações, o mais sábio dos mortais é capaz de se render e se desconhecer a ponto de se perder e, quando ele se perde, o comportamento muda. As atitudes ficam mais vulneráveis e vão se moldando ao novo e estranho contexto das emoções. É neste momento que o psicólogo entra em ação.

As emoções acabam sendo os condutores da vida e se não estiverem equilibradas, organizadas e entendidas entrarão num turbilhão conflitante bloqueando uma ação mais coerente e sensata.

Neste sentido, o psicólogo atua como um grande sensor, administrando os verbos “sentir” e “agir” e, assim, obriga o outro a “pensar”, racionalizar sobre as emoções. Fazemos isso entendendo quais são os mecanismos e possíveis desencadeadores da instabilidade emocional, não há mistério. É preciso, apenas, preparar o “medicamento adequado”.

Cada psicólogo tem os “medicamentos” próprios de acordo com a linha que escolheu para atuar; “medicamentos” estes que não estão à disposição em nenhuma farmácia. O psicólogo empresta a sua sensibilidade, grau de empatia, colo, ouvido, coração e técnica (sim, ele estudou para isso) para chegar ao objetivo maior.

Não é difícil ser psicólogo. Basta ser gente e gostar muito de gente.

Ainda vou ter a oportunidade de ler um adesivo nos carros assim:


“Consulte um psicólogo. Ele pode e sabe como ajuda-lo a viver bem melhor.”

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Agorafobia

imagem: Google
Agorafobia é o medo de ruas amplas e espaços abertos, medo de ficar em lugares de onde seria difícil sair ou pedir ajuda.
Os lugares relacionados a agorafobia são lugares públicos, multidões, ou qualquer lugar distante da própria casa. O grau desse transtorno é medido pelo nível de dependência que o paciente tem, como: conseguir andar sozinho pela rua, andar no quarteirão, ir até a portaria, ir ao supermercado. Alguns pacientes descrevem sentir o medo de se manifestar o ataque ou exibir ansiedade na presença de outras pessoas, de desmaiar, ou ser visto num estado descontrolado sendo extremamente encarado como algo humilhante e embaraçante.
Imagem: Google
O início da manifestação da agorafobia é gradual e a piora ocorre pela persistência das crises de pânico. Na maioria dos casos a doença inicia-se geralmente após uma grande tensão proveniente de uma separação ou doença física que leva a piora do estado do paciente, tornando-se extremamente dependente.
Grande parte dos pacientes são constituídos por mulheres recém casadas com idade entre 25 e 36 anos, relacionando que muitas dessas jovens saem de um círculo familiar amplo para o isolamento do dia a dia como vivem grande parte das recém casadas. A dependência do marido nesse caso, é muito maior, e quando essa dependência fracassa, alguns pacientes passam a manifestar sintomas fóbicos.
A doença é manifestada por vômitos, sudorese abundante, perda do controle urinário ou instestinal, sintomas depressivos, síncope (desmaio).
O tratamento para agorafóbicos a base de remédios não costuma ser muito eficiente. A agorafobia costuma regredir na medida em que o paciente não tem mais crises de pânico, podendo levar anos. A melhor forma de tratamento é pela psicoterapia, onde avalia os níveis de ansiedade em intervalos regulares, com elaboração de situações do cotidiano como dirigir, caminhar, ir ao supermercado. Porém, para ser tratado é necessário que o paciente busque por ajuda psicológica, o que muitas vezes é um processo difícil e característico do agorafóbico.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
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