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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Colaborando com a criança com dificuldade de aprendizagem

Os motivos para a criança apresentar dificuldade de aprendizagem:
•Família
•Escola
•Sociedade
•Neurológico
imagem: Google

As dificuldades de aprendizagem prejudicam a autoestima.
Demonstrações de amor, afeto, confiança e elogios constroem uma boa autoestima. Essas ações junto com o acompanhamento de um psicopedagogo contribuem para o sucesso escolar.
Os pais e professores precisam necessariamente colaborar; incentivando e estimulando a evolução cognitiva da criança.
 A dificuldade de aprendizagem pode ser “percebida” no início da alfabetização, mas é necessário que o professor saiba identificar e discriminar qual dificuldade de aprendizagem esta sendo apresentada e encaminhar para profissionais competentes.
Deve-se descartar que a criança esteja com prejuízos sensoriais, auditivos ou visuais.
A identificação precoce da dificuldade de aprendizagem contribui para a redução e minimização dos efeitos sob a aprendizagem e sobre o emocional.
 
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Sindrome da Alienação Parental - SAP

Separação de pais, separação do casal, é sempre um momento delicado de se vivenciar tanto para a criança quanto para o próprio casal. Em uma das partes pode ter o sentimento de alívio mas da outra parte pode ter o sentimento de solidão, angustia, frustração, medo.
Se para o adulto é dificil, imagine para a criança que resgata a segurança na presença e convivência com os pais?!
Algumas crianças que fazem terapia e vivenciam crises dos pais ainda casados conseguem compreender e aceitar a separação com mais facilidade e maturidade. Muitas, em sessões de terapia, chegam a me pedir para orientar para que os pais se separem, devido a ver e ouvir brigas diariamente. Estas crianças sofrem ao ver os pais se relacionando de uma forma destrutiva.
O pior ainda acontece quando um dos pais após se separar dificulta visitas, desmoraliza o ex-conjuge para a criança, chamamos de Sindrome da Alienação Parental ou SAP. 
imagem: Google

Essas são algumas das situações provocadas pelo genitor aliante: excluir o outro genitor da vida do filho, interferir e evitar e dificultar as visitas, falar mal do outro genitor, fazer com que a criança tenha pena do genitor aliante.
Essas situações vivenciadas provoca conflito interno na criança que pode prejudicá-la no desenvolvimento emocional e cognitivo. Provocando muitas vezes, depressão, ansiedade, baixa autoestima, problemas de aprendizagem, agressividade, riscos de cometer suicídio, além de que quando adultos não conseguirem manter um relacionamento estável.
O genitor aliante não percebe o mal que está causando a vida da criança, apenas quer se vingar do ex-conjuge, prejudicando toda a situação da separação.
Art. 3 A prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou guarda.

Caso o genitor aliante seja processado pode ter que pagar multa, ser negado do direito de ter visitas ou ter visitas acompanhadas ou ainda, perder a guarda da criança.
Mais informações sobre Alienação Parental, no site: http://www.alienacaoparental.com.br/lei-sap

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

sábado, 19 de janeiro de 2013

Fim das férias dos pequenos!!

Férias, diversão, praia, piscina, sol, criança correndo, criança brincando.... ufa.... até quando essas férias?? Faltam 2 semanas, falta 1 semana, só mais esse final de semana.... pronto... acabaram as férias!
imagem: GOOGLE

Outro dia vi um imagem no facebook onde as crianças estavam tristes entrando para escola na volta as aulas e a mãe pulando de alegria. Achei uma imagem triste, mas ri daquela situação. A impressão que dava é que a mãe ia deitar no sofá e ficar olhando pro nada por um bom tempo.
Claro que criança exige atenção, cuidado, e mais atenção e mais cuidado junto com um tanto de paciência, mas temos que ter em mente que sem amor não se consegue realmente se dedicar inteiramente aquele ser que tanto precisa de atenção.
E a mãe que trabalha? Esta, normalmente não tem a mesma quantidade de férias que a criança, se for mãe solteira, separada, viúva, em algum momento vai depender da vó, vizinho, amiga, babá ou algo assim até que o momento em que inicia o curso de férias da escola, e a criança volta para escola novamente, tendo 1 ou no máximo 2 semanas de férias.
E a mãe que não trabalha fora e tem todos os afazeres da casa? Muitas vezes esta mãe irá ficar brava com tanta bagunça, desorganização, brinquedos espalhados, e aquela frase que faz com que tenha que parar tudo: - Mãe, to com fome! 
imagem: GOOGLE

Esses dois tipos de mãe "sofrem" com as férias! São mães cansadas. Não são todas as mães que podem também tirar 1 mês de férias de tudo: casa, comida, afazeres, responsabilidades, daí vem o cansaço. Como seria bom se todas as mães pudessem ir no mês de férias para um resort, não precisar fazer comida, não se preocupar com os cuidados da casa, enfim deixar os filhos sob os cuidados de monitores. Isso sim seriam férias!
Mas, talves exista um outro tipo de mãe, com vivências mais reais e possíveis. A mãe que se dedique um período para brincar com o filho e o outro período para as organizações e afazeres da casa! Estar com o filho não é perca de tempo, é ganho de tempo, se ganha tempo quando educamos, ensinamos valores, e ensinamos modelos corretos.

imagem: GOOGLE

Não é saudável que fique 24 horas apenas para o filho e nem o fato de não se dedicar a brincar, jogar, pintar. Em ambos os casos, a mãe com certeza será a mãe cansada, nervosa, estressada, esperando ansiosamente o dia em que a criança irá voltar as aulas.


PS: Não copia o meu texto sem me pedir autorização!! Peça, com certeza irá autorizar pedindo apenas que coloque meus créditos. Lembre-se: copiar é crime!!
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

AS RELAÇÕES FAMILIARES E A FORMAÇÃO DO SUJEITO EMOCIONAL




       O ambiente familiar colabora para a aprendizagem do indivíduo, esse mesmo ambiente influencia também o contexto escolar tanto positivamente quanto negativamente.

imagem: Google
     A criança que vive em um ambiente familiar violento, agressivo, desestimulante irá trazer sintomas para essa criança, como: ansiedade, dificuldades de concentração, déficit de atenção, tristeza, hiperatividade, distúrbios da alimentação, medos, o que irá trazer dificuldades no processo da aprendizagem.

        A formação do indivíduo vai depender do que essa criança vivencia em casa na relação com os pais. Se em casa, possui um ambiente violento, este irá ser agressivo a qualquer momento. Por outro lado, se for um ambiente acolhedor com um vínculo positivo com os seus responsáveis, esta criança estará apta para aprender, criativa, com bom relacionamento afetivo com os seus colegas.

imagem: Google
        A afetividade também tem que ser controlada, nem muito nem pouco, o ambiente acolhedor deve ser um ambiente seguro e tranquilo para que ocorra o bom desenvolvimento da criança.

        Muitas vezes vemos pais que não se preocupam com o desenvolvimento do seu filho, se aproximando apenas para dar uma bronca, bater ou colocar de castigo. Essa criança provavelmente com autoestima baixa terá poucas chances de evolução em aprender, terá sempre alguma dificuldade na aprendizagem e com notas médias para baixas, mesmo que a escola proporcione um ambiente acolhedor para essa criança.
         E na sua casa?  

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientações psicológicas online

sábado, 25 de agosto de 2012

Educando crianças

imagem: GOOGLE



Pensem nas ruas, avenidas sem semáforos. Agora pense num banco sem fila. E, ainda, futebol sem regras. Impossível, não é? Não se pode andar nas ruas sem semáforos, não se pode pagar uma conta sem entrar numa fila, e ninguém consegue fazer gols sem regras.
Tudo é necessário limite, tudo é necessário regras. Não existe educação sem limites e sem regras. As crianças assimilam as regras de convivência conforme o ambiente em que estão sendo educadas.
Porém, não é nada fácil educar uma criança. Começando pelas diferenças entre os pais, cada um quer educar de uma forma, e piora tudo quando entra os comentários de tios, avós. Também tem a situação dos pais separados, e pior ainda, os pais que são casados e seria melhor se fossem separados devido a tantas brigas, discussões na frente da criança.
Como se educa uma criança no meio disso tudo? Quem devemos ouvir? Os avós, os tios, o vizinho, o pediatra, ou a criança? É, tem ainda a criança, que fala, que quer, que esperneia, que chora e que manda e manda muito!
Usar o bom senso e algumas regras para estabelecer limites na educação infantil não arranca pedaço de ninguém. Faz-se necessária a consciência de que para educar é preciso esforço, dedicação, perseverança e paciência; muita paciência.
A criança de hoje está mais bem estimulada e responde com maior agilidade ao meio, o que lhe confere a boa posição de ser participante nos grupos sociais; casa e escola especialmente. Todavia, dada a falta de condução por conta da educação sem limites, a criança acaba se tornando um canhão sem direção, que atira para vários lados ao acaso a acerta em quem estiver na trajetória, e a si mesma invariavelmente.
Muitos pais crêem que o tempo dará jeito na questão, deixando à sorte o futuro de seus filhos.
O exercício do viver só é realizável vivendo, na prática, e o mesmo ocorre com a educação, portando, é preciso arregaçar as mangas e assumir o papel de orientador, de guia, de educador. Começar, antes tarde do que nunca a se envolver neste processo importante e determinante na vida do ser humano, cavando tempo e espaço para esta empreitada. Sempre que desejamos muito alguma coisa damos um jeito no tempo e espaço para alcançá-la. O que nos impede de lutar por esta causa mais do que nobre? Qual medo existe em tentar educar os próprios filhos?
Como em qualquer situação da vida, haverá tropeços, que darão lugar ao adequado proceder conforme a prática e a persistência desta convivência. Os rumos poderão ser diferentes, e certamente o serão. Outros benefícios virão naturalmente, como um maior sentimento de amor próprio, e em muitos casos, a unidade familiar. Mas é preciso começar, tentar, fazendo acontecer. Confie em si mesmo e mude o cenário, assumindo as responsabilidades e transmitindo muitos valores aos seus filhos, por via de uma educação que dá segurança e conforto, pois todos nós sempre desejamos isto.

DINÂMICA: No Lugar da Criança
Você talvez não se lembra de quando era criança, mas feche os olhos e tente se lembrar.... se você não conseguir tente se colocar no lugar do seu filho. Lembra de quando nem sabia andar
Lembra de quando não sabia nem falar
Lembra de quando queria tentar dizer algo e seus pais não ouviram pois estavam assistindo TV
Lembra de quando queria ficar pertinho da mamãe e ela estava preocupada com outros afazeres. 
Lembra de quando estava aprendendo a escrever, ler, difícil crescer, né?
Lembra do sentimento que você tinha quando os seus pais te batiam. Ruim, né? Seu filho também sente isso. 

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 12 de junho de 2012

A importância do brincar para o desenvolvimento da criança


No desenvolvimento da criança o brincar é imprescindível, não pode ser considerado como um simples passatempo ou distração. Através do brincar a criança desenvolve várias áreas: linguagem, pensamento, socialização, autoestima e até a alfabetização.

Os jogos pedagógicos desenvolvem nas crianças também a compreensão de regras e limites o que permite que a interação com os outros coleguinhas seja rica em relações e aprendizagens. Facilitando assim, no sucesso do desenvolver dessa criança seja da forma educacional ou social.

Nos dias atuais, alguns distúrbios se tornam cada vez mais presentes nas crianças, prejudicando assim o desenvolvimento da aprendizagem. Estes podem ser de ordem emocional, problemas de comportamentos ou disfunções cerebrais.

Muitos pais não compreendem e não aceita que a criança tenha algum distúrbio, assim a chamam de preguiçosa, folgada, dificultando assim, a busca pelo tratamento da mesma e também afetando o desenvolvimento da aprendizagem e da alfabetização.

É importante que os pais permitam que a criança fale sobre o seu mundo, expresse suas fantasias e conflitos, enfim permite que expresse seus sentimentos em sua totalidade, e tenha em seu ambiente segurança e confiança para lidar com os seus conflitos.

imagem: Google

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientação Psicológica Online

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Como falar que estamos nos separando?

Muitos pais preocupados com os sentimentos do filhos me pedem orientação: "Como falo para o meu filho que iremos nos separar?" Para responder a essa pergunta, preciso ter conhecimento de como essa família está estruturada.
imagem: Google

   Mas, algumas orientações podem ajudar a pessoa que está com essa dúvida agora. Pode também pedir, caso necessite orientações psicológicas online pelo site www.psicoterapiavirtual.com.br
   Os pais primeiramente devem estar cientes de que isso já esta acordado entre ambos, que não foi apenas um desentendimento. O adulto emocionalmente triste e chateado por causa de algum desentedimento ao falar da separação ao filho pode trazer àquela criança angustia e ansiedade. Portanto, não haja emocionalmente com  a criança pois poderá causar problemas maiores.
  Quando os pais decidem pela separação é porque já tentaram de várias formas manter aquele relacionamento. Uma conversa será necessária para decidirem sobre muitos assuntos antes de ser levado ao conhecimento de filhos, advogado.
  O casal que decide sobre as crianças, visitas, casa, finanças, conseguirá contar aos filhos com mais facilidade sobre como será a separação e tudo que a envolve. O entendimento e a aceitação tanto por parte do pai quanto por parte da mãe irá fazer com que o sentimento sofrido por parte do filho seja menor.
  Torna-se dificil a separação quando pai ou mãe não está aceitando viver longe do cônjuge, além dessa pessoa estar sofrendo, a criança irá sugar esse sentimento e ter a separação como algo muito negativo para a vida de todos neste momento em diante. Assim, muitas crianças começam a ter problemas no comportamento, problemas na escola, problemas de aprendizagem, precisando da ajuda de profissionais como psicólogos.
  Existe também a criança que esta cansada de ver os pais brigando e até se batendo, esta criança pede para que ocorra a separação imediatamente, as crianças são mais racionais.O mais importante é pensar que muitos pais separados ou não podem estar prejudicando o rendimento de uma criança.
  Muitos pais que estão casados prejudicam o rendimento escolar, o desenvolvimento emocional e até na personalidade da criança, deixando-a triste, deprimida ou ainda agressiva. Em meu consultório é comum eu ouvir mãe dizer: "Só estamos casados por causa das crianças". Essa é a pior das atitudes, pois em algum momento esse casal que está se suportando irá prejudicar o desenvolvimento desse filho.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Fobia Escolar

imagem: Google
O medo de ir a escola e do ambiente escolar é real para muitas crianças. Apresentam sintomas, principalmente próximo ao horário de ir a escola.
Os sintomas, por sua vez, são dores de estômago, dores de cabeça, vômitos, choro excessivo, ansiedade, roer unhas compulsivamente.
A fobia escolar é classificada como um tipo de transtorno de ansiedade, que se não for tratada pode trazer graves consequências para a vida escolar, muitas podem até perder o ano escolar, e caso não seja tratada chegam ao chamado "fracasso escolar".
Importante que os pais, professores, coordenadores estimulem a criança a ir a escola. Mas de uma forma que faça com que a criança se sinta segura. Muitos pais não entendem ou não sabem que a fobia escolar existe e colocam castigos as crianças que atingem além da auto estima também a integridade.
Pai e mãe, escute o seu filho, ajude-o a ser seguro e lutar contra os medos. Pergunte sobre o que está acontecendo, quais os medos que tem sentido; muitas vezes, essa criança apresenta algum tipo de dificuldade de aprendizagem, ou déficit de atenção e tem vergonha por não conseguir aprender, ou ainda os colegas da classe o incomodam com gozações.
Se os pais não estiverem conseguindo encorajar o filho a frequentar a escola, é importante procurar ajuda profissional, seja um psicólogo para auxiliar na auto estima ou psiquiatra com o uso de medicações que controlam a ansiedade que está presente.
Caso a criança apresente sintomas como vômitos, febre é importante ir ao médico para descartar possíveis viroses, este também poderá realizar avaliação e diagnosticar a possível fobia escolar.
Pai e mãe, estimule o seu filho a crescer feliz, esteja ao lado dele para passar segurança. Crescer muitas vezes dá medo. A sociedade, escola, pais tem exigido muito das crianças que antes iam a escola e brincavam. Hoje em dia, a semana é preenchida com escola e cursos que ocupa quase todo o tempo da rotina da criança.

Para dúvidas, aconselhamentos e orientações psicológicas online:

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Dislexia

imagem GOOGLE
Muito comum nas escolas, dislexia é um dos disturbios mais frequentes na idade escolar. É uma dificuldade de aprendizagem que envolve a escrita, leitura, ou soletração, ou a combinação dessas dificuldades. 
Como identificar o dislexico:
Na pré alfabetização:
  • dificuldade em decorar cores, números, ou ainda de escrever o próprio nome
  • dificuldade em pegar uma bola
  • fala tardia
  • não memorizar nomes
imagem: GOOGLE
Na alfabetização e no ensino fundamental:
  • dificuldade em aprender o alfabeto
  • dificuldade em soletrar palavras
  • dificuldade em orientação temporal (hoje, amanhã, mês que vem)
  • dificuldade em leitura
  • dificuldade em elaborar textos 
  • dificuldade em copiar do quadro
O diagnóstico de dislexia poderá ser confirmado apenas com a equipe multidisciplinar (psicólogo, psicopedagogo, fonoaudiologo, neurologista)

Não existe cura. Mas é necessário que o disléxico tenha um acompanhamento permanente de psicologo, fonoaudiologo, pedagogo para que possa ter evolução no aprendizado.

Muitos pais acham que o filho está fazendo de propósito ou ainda para chamar a atenção, ou ainda, e pior: "é burro". IMPORTANTE: sempre que perceber algo diferente em seu filho, consulte um especialista para avaliar se há algo errado. O seu filho pode estar precisando de sua ajuda!!

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Autismo

A criança ou adulto autista mostra-se alheia ao mundo externo, encontra-se centrado em si mesmo. Os comportamentos característicos podem estar presentes desde os primeiros meses de vida da criança, ou podem surgir a qualquer momento durante os primeiros anos de vida. São eles:
    • Dificuldade em estabelecer contacto com os olhos,
    • Parece surdo, apesar de não o ser, 
    • Raramente procura o conforto ou afeto de outras pessoas, quando em situações de estresse ou angústia; raramente oferece conforto ou afeto para as pessoas que estão em estresse ou infelizes.
      • Algumas apresentam inteligência e fala intactas, outras podem apresentar retardo mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem.
      • Alguns parecem fechados e distantes e outros parecem presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
      • Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente ela é completamente interrompida.
      • Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros,
      • Por vezes ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso,
      • Costuma estar inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas,
      • Não explora o ambiente e as novidades e costuma restringir-se e fixar-se em poucas coisas,
      • Apresenta certos gestos repetitivos e imotivados como balançar as mãos ou balançar-se,
      • Brinca sempre da mesma forma com cavalinhos, sempre em sequencia;
      • Cheira, morde ou lambe os brinquedos e ou roupas,
      • Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente; 
      Não existe cura para o autista, apenas tratamento para que seja estimulado, e saiba viver de forma independente, como amarrar o calçado, tomar banho, se alimentar. O tratamento medicamentoso tem se mostrado ineficaz. Porém a psicoterapia, musicoterapia, tem sido formas de fazer com seja estimulado o relacionamento social.


      Orientação Psicológica Online Acesse: www.psicoterapiavirtual.com.br

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676


      terça-feira, 29 de março de 2011

      Autoconceito na Criança

      imagem: Google
      O autoconceito é basicamente a percepção que a pessoa tem de si mesma, informações adquiridas sobre uma série de fatores externos e internos à própria pessoa. O sentimento de valor que acompanha essa percepção se contitui na auto-estima.
      O senso de identidade, poderia parecer pessoal, porém tem raízes sociais. Portanto, o autoconceito de uma criança baseia-se principalmente nas características externas, no ambiente em que vivem. Crianças que convivem com brigas, e até mortes terá sua identidade formada por esse ambiente.
      A criança agressiva tem um autoconceito negativo e qualquer oportunidade para melhorar isso deve ser aproveitada. Atividades em grupo fazem com que a criança sinta que pertence ao grupo. A criança agressiva é barulhenta e controladora devido a sua grande necessidade de se proteger.
      Portanto, devemos promover a autonomia destacando sempre fatores positivos para que essa criança cresça acreditando no sucesso e podendo se destacar positivamente. Ao contrário, a criança que não possue esse conceito positivo de si poderá ter altas chances de fracassar na escola e consequentemente na vida adulta. Elogio, incentivo, confiança são fundamentais para o sucesso de qualquer pessoa.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 72676/06

      *Deixe sugestões de temas a serem abordados através de cometários ou pelo e-mail: contato@psicoterapiavirtual.com.br

      terça-feira, 22 de março de 2011

      Auto estima na criança

      A criança nasce com maior ou menor auto estima. Mas a sociabilidade criada pelos pais e professores pode alterar significativamente no desenvolvimento da criança. A auto estima está a todo o momento presente. Por isso, é importante fazer com que o filho ou aluno saiba seus potenciais, suas capacidades e também e principalmente seus limites.
      imagem: Google
      Tendo confiança em si própria e com auto estima elevada será capaz de enfrentar obstáculos e frustrações do cotidiano, e consequentemente podendo se destacar no meio social. 
      A auto estima positiva é requisito básico para uma vida satisfatória de todo indivíduo. É através dela que conseguimos traçar objetivos e concretizá-los. Um dos fatores que contribuem para melhorar a auto estima é o sentimento de pertença, que se obtém à medida que se faz parte de grupos mais coesos e permanentes, também é importantíssimos atividades de auto expressão e participação social.
      imagem: Google
      Já a auto estima negativa contribui para as dúvidas, inseguranças, culpas, medos e dificuldade em interação social. Essas dificuldades podem levar ao fracasso escolar, e consequentemente a criança começa a apresentar problemas emocionais e comportamentais, como, por exemplo, ficar deprimida, recusar-se a ir a escola, timidez excessiva, medo de experimentar coisas novas, e até mesmo a agressividade com relação aos companheiros.
      Como podemos colaborar na auto estima de filhos e alunos?
      • Orientando-os e não batendo, dizendo que fazem tudo errado;
      • Dizendo que são bonitos, inteligentes,...;
      • Incentivando-os a alcançar metas;
      • Incentivando-os a ultrapassar obstáculos;
      • Favorecendo interação social;
      • Não rejeitando-o ou culpando-o.

      Vamos cuidar de nossas crianças e assim evitarmos problemas no comportamento! 
      Próximo post será sobre autoconhecimento.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      sexta-feira, 18 de março de 2011

      Habilidades Sociais nas Crianças

      As habilidades sociais, entre muitos outros conceitos, envolve: auto estima, autoconceito, autoconhecimento, respeito ao outro, cooperação, boas maneiras (educação), limites, regras, ..., sendo assim a base da competência social.
      imagem: Google
      A criança começa a interagir com o seu meio e é através dessa interação com as outras pessoas, com o grupo que se consolida o processo de socialização. Nesta fase, a criança precisa se adaptar a novas demandas sociais, necessitando, portanto, de um repertório ampliado de comportamentos sociais. Essas habilidades, são desenvolvidas principalmente na escola, com o grupo de amigos.
      Aprender a ser socialmente hábil não é uma tarefa fácil, significa muitas vezes, aprender a se prevenir contra certos transtornos psicológicos, como por exemplo, timidez, depressão, angústias, isolamento social. A criança deve ter capacidade para lidar com as mais variadas situações sociais; entre elas a habilidade de poder expressar o que pensa e sente de forma coerente e, acima de tudo, respeitando o próximo, e aceitando as diferenças.
      No próximo post irei destacar a importância da auto-estima na criança.
       
      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      terça-feira, 16 de novembro de 2010

      Pedido de uma criança a seus pais

      Autor desconhecido

      Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que eu me sinta mais seguro.
      Não me estraguem. Sei que não devo ter tudo o que peço. Só estou experimentando vocês.
      Não deixem que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo e o que é errado.
      Não me corrijam com raiva, nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com calma e em particular.
      Não me protejam das conseqüências dos meus erros. Às vezes eu preciso aprender pelo caminho áspero.
      Não levem muito a sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para poder amadurecer.
      Não sejam irritantes ao me corrigirem. Se assim o fizerem, eu poderei fazer o contrário de que me pedem.
      Não me façam promessa que não poderão cumprir depois. Lembrem-se que isso poderá me deixar profundamente desapontado.
      Não ponham à prova a minha honestidade. Sou facilmente levado a dizer mentiras.
      Não me apresentem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me afastaria d’Ele.
      Não desconversem quando faço perguntas, senão serei levado a procurar as respostas na rua, todas as vezes que não as tiver em casa.
      Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro de vocês.
      Não digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajudem-me a compreendê-los e a vencê-los.
      Não digam que não conseguem me controlar. Eu me julgarei mais forte do que vocês.
      Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se que eu tenho o meu próprio modo de ser.
      Não vivam ma apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Isto irá criar em mim, mais cedo ou mais tarde, o espírito de intolerância.

      Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo. 
      Não tenham vergonha de dizer que me amam. Eu necessito desse carinho e de amor para poder transmiti-lo a vocês e aos outros.
      Não desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo quando eu parecer não estar aprendendo.
      Insistam através do exemplo, e, no futuro, vocês verão em mim, o fruto daquilo que plantaram.

      imagem: Google
      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP:06/72676
      Fone: (19)9117-6033
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