Seguidores

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Síndrome do Pânico

A dificuldade em diagnosticar a síndrome do pânico vêm da pouca informação que a população recebe.
Muitos ao sentir os sintomas não sabem que estão passando por uma crise. De repente, surge um medo muito grande de morrer, dificuldade de respirar, tonturas, calafrios, palpitações, confusão mental. Esses sintomas podem ocorrer ao dirigir, no supermercado, no trabalho, no ônibus.
Essa crise dura alguns minutos, mas se não for tratada terá novas crises. Muitas pessoas por sentir palpitação acredita que talves seja problemas cardíacos, fazem uma bateria de exames, tomam medicação para algum diagnóstico, mas voltam a ter a crise. Por isso, é importante que passem por avaliação psiquiátrica e psicológica para poder ter o diagnóstico correto.
Após terem a crise apresentam medo intenso de ter novamente, evitam sair de casa, ir ao trabalho, ou a escola, ou ainda necessitando de algum familiar para executar tais tarefas. Muitos até perdem o emprego devido ao medo de ter novas crises na rua, ou no trabalho.
Fatores tem apontado por genética, mas existem pessoas que tem a síndrome independente da genética. Características como perfeccionismo, muita expectativa por algo, pensamento rígido, sobrecarregada de trabalho, stress, necessidade de estar no controle, necessidade de aprovação são comuns.
Familiares devem compreendê-la, ajudá-la, indicar médicos e buscar por tratamento. O psiquiatra irá medicar e o psicólogo irá fazer sessões de psicoterapia que nesse caso podem ser feitas em domicílio.
Importante destacar, se não for tratada, outros problemas emocionais podem vir junto com a Síndrome do Pânico: depressão, uso de drogas e álcoolismo, e ainda a tentativa de suicídio/suicídio.

imagem: Google

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

Voltar ao topo