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sábado, 19 de janeiro de 2013

Fim das férias dos pequenos!!

Férias, diversão, praia, piscina, sol, criança correndo, criança brincando.... ufa.... até quando essas férias?? Faltam 2 semanas, falta 1 semana, só mais esse final de semana.... pronto... acabaram as férias!
imagem: GOOGLE

Outro dia vi um imagem no facebook onde as crianças estavam tristes entrando para escola na volta as aulas e a mãe pulando de alegria. Achei uma imagem triste, mas ri daquela situação. A impressão que dava é que a mãe ia deitar no sofá e ficar olhando pro nada por um bom tempo.
Claro que criança exige atenção, cuidado, e mais atenção e mais cuidado junto com um tanto de paciência, mas temos que ter em mente que sem amor não se consegue realmente se dedicar inteiramente aquele ser que tanto precisa de atenção.
E a mãe que trabalha? Esta, normalmente não tem a mesma quantidade de férias que a criança, se for mãe solteira, separada, viúva, em algum momento vai depender da vó, vizinho, amiga, babá ou algo assim até que o momento em que inicia o curso de férias da escola, e a criança volta para escola novamente, tendo 1 ou no máximo 2 semanas de férias.
E a mãe que não trabalha fora e tem todos os afazeres da casa? Muitas vezes esta mãe irá ficar brava com tanta bagunça, desorganização, brinquedos espalhados, e aquela frase que faz com que tenha que parar tudo: - Mãe, to com fome! 
imagem: GOOGLE

Esses dois tipos de mãe "sofrem" com as férias! São mães cansadas. Não são todas as mães que podem também tirar 1 mês de férias de tudo: casa, comida, afazeres, responsabilidades, daí vem o cansaço. Como seria bom se todas as mães pudessem ir no mês de férias para um resort, não precisar fazer comida, não se preocupar com os cuidados da casa, enfim deixar os filhos sob os cuidados de monitores. Isso sim seriam férias!
Mas, talves exista um outro tipo de mãe, com vivências mais reais e possíveis. A mãe que se dedique um período para brincar com o filho e o outro período para as organizações e afazeres da casa! Estar com o filho não é perca de tempo, é ganho de tempo, se ganha tempo quando educamos, ensinamos valores, e ensinamos modelos corretos.

imagem: GOOGLE

Não é saudável que fique 24 horas apenas para o filho e nem o fato de não se dedicar a brincar, jogar, pintar. Em ambos os casos, a mãe com certeza será a mãe cansada, nervosa, estressada, esperando ansiosamente o dia em que a criança irá voltar as aulas.


PS: Não copia o meu texto sem me pedir autorização!! Peça, com certeza irá autorizar pedindo apenas que coloque meus créditos. Lembre-se: copiar é crime!!
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

AS RELAÇÕES FAMILIARES E A FORMAÇÃO DO SUJEITO EMOCIONAL




       O ambiente familiar colabora para a aprendizagem do indivíduo, esse mesmo ambiente influencia também o contexto escolar tanto positivamente quanto negativamente.

imagem: Google
     A criança que vive em um ambiente familiar violento, agressivo, desestimulante irá trazer sintomas para essa criança, como: ansiedade, dificuldades de concentração, déficit de atenção, tristeza, hiperatividade, distúrbios da alimentação, medos, o que irá trazer dificuldades no processo da aprendizagem.

        A formação do indivíduo vai depender do que essa criança vivencia em casa na relação com os pais. Se em casa, possui um ambiente violento, este irá ser agressivo a qualquer momento. Por outro lado, se for um ambiente acolhedor com um vínculo positivo com os seus responsáveis, esta criança estará apta para aprender, criativa, com bom relacionamento afetivo com os seus colegas.

imagem: Google
        A afetividade também tem que ser controlada, nem muito nem pouco, o ambiente acolhedor deve ser um ambiente seguro e tranquilo para que ocorra o bom desenvolvimento da criança.

        Muitas vezes vemos pais que não se preocupam com o desenvolvimento do seu filho, se aproximando apenas para dar uma bronca, bater ou colocar de castigo. Essa criança provavelmente com autoestima baixa terá poucas chances de evolução em aprender, terá sempre alguma dificuldade na aprendizagem e com notas médias para baixas, mesmo que a escola proporcione um ambiente acolhedor para essa criança.
         E na sua casa?  

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientações psicológicas online

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Tempo de se programar!

imagem: GOOGLE
     Começamos mais um ano e com ele vem junto todas as promessas de um ano melhor: emagrecer, mudar de emprego, estudar mais, casar, ter filhos, enfim, são tantas promessas...
     Bem, promessas apenas no papel não resolve nada, senão já teríamos tido tudo isso no ano retrasado, passado, etc, promessas são ótimas, mas para que sejam realizadas precisam muito mais do que apenas serem escritas. Pensa só, quando anotamos as compras de mercado que precisamos fazer e por acaso, esquecemos aquele papel emcima da mesa. O que vai acontecer?  Alguns vão se lembrar de TUDO que estava escrito, mas outros vão se esquecer de coisas rotineiras como o detergente, e aí quando chegar em casa vai falar: "- Esqueci de comprar o detergente!"
imagem: Google
     O mesmo acontece com as nossas promessas, se apenas escrevemos, e não montamos um plano de ação com estratégias, essas não irão ser realizadas. Para cada promessa, desejo, tem que ter ação.
Por exemplo: quero emagrecer. E daí? Muitas pessoas querem emagrecer, mas continuam comendo muito, sem praticar exercícios físicos, etc. Montando plano de ação: procurar nutricionista, endocrinologista, emagrecer x quilos, comer alimentos saudáveis (pode liberar pizza no sábado, né?), se matricular e FREQUENTAR academia, etc.
    Em meus atendimentos, busco fazer com que o cliente tenha o foco nos seus objetivos e os faça acontecer realmente. Lógico, que aparecem muitos obstáculos, dificuldades, medos, mas nas sessões de terapia podemos visualizar e resolvê-los da melhor forma.
      Muitas vezes, buscar ajuda de um psicólogo pode auxilia-lo nesse processo.

E vamos viver o ano de 2013, pois ele está de braços abertos para muitos bons acontecimentos, isto é, se você quiser!

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
www.psicoterapiavirtual.com.br - Orientação Psicológica Online

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Orientação Psicológica Online

A orientação psicológica online pode ser realizada apenas por profissionais autorizados pelo Conselho Federal de Psicologia. Para verificar essa autorização procure se o site do psicólogo possui o selo de credenciamento, se possuir verifique se está com a data de validade em dia!!

Muitos psicólogos realizam esse tipo de atendimento sem autorização, isso não é permitido!!

O meu site oferece atendimento online via Skype ou MSN, e também orientações via e-mail!

Pode ser pago com depósito/transferência bancária ou ainda pelo pag seguro.

Caso tenha alguma dúvida, me envie um e-mail! 

sábado, 8 de setembro de 2012



imagem: Google

" a assistência adequada a um bebê só pode ser feita com o coração; talvez eu devesse dizer que a cabeça por si só, nada pode fazer, se os sentimentos não forem também livres para agir em conjunto com ela."

Winnicott, 1985

sábado, 25 de agosto de 2012

Educando crianças

imagem: GOOGLE



Pensem nas ruas, avenidas sem semáforos. Agora pense num banco sem fila. E, ainda, futebol sem regras. Impossível, não é? Não se pode andar nas ruas sem semáforos, não se pode pagar uma conta sem entrar numa fila, e ninguém consegue fazer gols sem regras.
Tudo é necessário limite, tudo é necessário regras. Não existe educação sem limites e sem regras. As crianças assimilam as regras de convivência conforme o ambiente em que estão sendo educadas.
Porém, não é nada fácil educar uma criança. Começando pelas diferenças entre os pais, cada um quer educar de uma forma, e piora tudo quando entra os comentários de tios, avós. Também tem a situação dos pais separados, e pior ainda, os pais que são casados e seria melhor se fossem separados devido a tantas brigas, discussões na frente da criança.
Como se educa uma criança no meio disso tudo? Quem devemos ouvir? Os avós, os tios, o vizinho, o pediatra, ou a criança? É, tem ainda a criança, que fala, que quer, que esperneia, que chora e que manda e manda muito!
Usar o bom senso e algumas regras para estabelecer limites na educação infantil não arranca pedaço de ninguém. Faz-se necessária a consciência de que para educar é preciso esforço, dedicação, perseverança e paciência; muita paciência.
A criança de hoje está mais bem estimulada e responde com maior agilidade ao meio, o que lhe confere a boa posição de ser participante nos grupos sociais; casa e escola especialmente. Todavia, dada a falta de condução por conta da educação sem limites, a criança acaba se tornando um canhão sem direção, que atira para vários lados ao acaso a acerta em quem estiver na trajetória, e a si mesma invariavelmente.
Muitos pais crêem que o tempo dará jeito na questão, deixando à sorte o futuro de seus filhos.
O exercício do viver só é realizável vivendo, na prática, e o mesmo ocorre com a educação, portando, é preciso arregaçar as mangas e assumir o papel de orientador, de guia, de educador. Começar, antes tarde do que nunca a se envolver neste processo importante e determinante na vida do ser humano, cavando tempo e espaço para esta empreitada. Sempre que desejamos muito alguma coisa damos um jeito no tempo e espaço para alcançá-la. O que nos impede de lutar por esta causa mais do que nobre? Qual medo existe em tentar educar os próprios filhos?
Como em qualquer situação da vida, haverá tropeços, que darão lugar ao adequado proceder conforme a prática e a persistência desta convivência. Os rumos poderão ser diferentes, e certamente o serão. Outros benefícios virão naturalmente, como um maior sentimento de amor próprio, e em muitos casos, a unidade familiar. Mas é preciso começar, tentar, fazendo acontecer. Confie em si mesmo e mude o cenário, assumindo as responsabilidades e transmitindo muitos valores aos seus filhos, por via de uma educação que dá segurança e conforto, pois todos nós sempre desejamos isto.

DINÂMICA: No Lugar da Criança
Você talvez não se lembra de quando era criança, mas feche os olhos e tente se lembrar.... se você não conseguir tente se colocar no lugar do seu filho. Lembra de quando nem sabia andar
Lembra de quando não sabia nem falar
Lembra de quando queria tentar dizer algo e seus pais não ouviram pois estavam assistindo TV
Lembra de quando queria ficar pertinho da mamãe e ela estava preocupada com outros afazeres. 
Lembra de quando estava aprendendo a escrever, ler, difícil crescer, né?
Lembra do sentimento que você tinha quando os seus pais te batiam. Ruim, né? Seu filho também sente isso. 

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PSICÓLOGA ONLINE


Precisando de uma ajuda psicológica rápida?
Apesar de bastante atrasado com relação a outros países, no Brasil agora é possível obter orientação psicológica online, isto mesmo, orientação psicológica mediada pelo computador.
É prático, simples e com ótimos resultados principalmente para quem precisa de apenas algumas sessões de orientação.
Eu sou autorizada pelo Conselho Federal de Psicologia para realizar tal atendimento. Importante destacar que não são todos os psicólogos autorizados para esse tipo de atendimento. Para saber se o psicólogo é aprovado é necessário ver no site que pertence se existe o selo do credenciamento, que contem nome do site e a data de validade para o mesmo exercer essa função.

Caso necessite, ou conheça alguém que precise de orientações psicológicas online, avise-o sobre esse novo sistema que permite o psicólogo de estar mais próximo das pessoas que precisam!

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
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