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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Para pensar um pouquinho....

imagem: Google

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Como falar que estamos nos separando?

Muitos pais preocupados com os sentimentos do filhos me pedem orientação: "Como falo para o meu filho que iremos nos separar?" Para responder a essa pergunta, preciso ter conhecimento de como essa família está estruturada.
imagem: Google

   Mas, algumas orientações podem ajudar a pessoa que está com essa dúvida agora. Pode também pedir, caso necessite orientações psicológicas online pelo site www.psicoterapiavirtual.com.br
   Os pais primeiramente devem estar cientes de que isso já esta acordado entre ambos, que não foi apenas um desentendimento. O adulto emocionalmente triste e chateado por causa de algum desentedimento ao falar da separação ao filho pode trazer àquela criança angustia e ansiedade. Portanto, não haja emocionalmente com  a criança pois poderá causar problemas maiores.
  Quando os pais decidem pela separação é porque já tentaram de várias formas manter aquele relacionamento. Uma conversa será necessária para decidirem sobre muitos assuntos antes de ser levado ao conhecimento de filhos, advogado.
  O casal que decide sobre as crianças, visitas, casa, finanças, conseguirá contar aos filhos com mais facilidade sobre como será a separação e tudo que a envolve. O entendimento e a aceitação tanto por parte do pai quanto por parte da mãe irá fazer com que o sentimento sofrido por parte do filho seja menor.
  Torna-se dificil a separação quando pai ou mãe não está aceitando viver longe do cônjuge, além dessa pessoa estar sofrendo, a criança irá sugar esse sentimento e ter a separação como algo muito negativo para a vida de todos neste momento em diante. Assim, muitas crianças começam a ter problemas no comportamento, problemas na escola, problemas de aprendizagem, precisando da ajuda de profissionais como psicólogos.
  Existe também a criança que esta cansada de ver os pais brigando e até se batendo, esta criança pede para que ocorra a separação imediatamente, as crianças são mais racionais.O mais importante é pensar que muitos pais separados ou não podem estar prejudicando o rendimento de uma criança.
  Muitos pais que estão casados prejudicam o rendimento escolar, o desenvolvimento emocional e até na personalidade da criança, deixando-a triste, deprimida ou ainda agressiva. Em meu consultório é comum eu ouvir mãe dizer: "Só estamos casados por causa das crianças". Essa é a pior das atitudes, pois em algum momento esse casal que está se suportando irá prejudicar o desenvolvimento desse filho.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Transtorno Bipolar

Encontrei no Google, esse vídeo que descreve e explica muito bem o Transtorno Bipolar!
Dê uma olhadinha....

Procure sempre um profissional qualificado para esclarecer dúvidas!

Orientações Psicológicas Online, acesse:
www.psicoterapiavirtual.com.br

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 27 de março de 2012

Orientações psicológicas on line

Olá!

Quero avisar que novamente o Conselho Federal de Psicologia aprovou o meu site www.psicoterapiavirtual.com.br a realizar orientações psicológicas on line.

Esse serviço possui a comodidade por poder ser realizado na própria casa, a qualquer hora que necessitar ou puder. Via email, SKYPE ou MSN.

Caso necessite de orientações psicológicas acessem o site www.psicoterapiavirtual.com.br

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

segunda-feira, 12 de março de 2012

Você tem mania de doenças?

       
     Muitos já se depararam com hipocondríacos; no primeiro instante até nos preocupamos com a saúde dessas pessoas que dizem seguramente estar com uma doença grave, ou ainda, que esta evoluindo cada vez mais.
     Essa preocupação constante com os sintomas do corpo fazem com que procure diversos médicos para que realizem exames, ecografias, tomografias a fim de encontrar a doença. Mesmo que os exames apresentem ausência de patologias; o hipocondríaco continua buscando as doenças, e para isso, troca de médicos quantas vezes achar necessário.
    A causa da hipocondria é emocional, como: carência, insegurança, baixa autoestima, e ambiente familiar.
     O tratamento necessita de ajuda psiquiatrica e psicológica, o grande problema é que o hipocondríaco não concorda com esse tratamento, pois acredita no adoecimento do corpo.
        A grande preocupação é com o uso abusivo de medicamentos, que pode ser prejudicial à saúde.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Tratamento para Depressão

Terapia farmacológica
Os antidepressivos intervêm no organismo e garantem a presença constante e maior de neurotransmissores. Apenas com 15 dias de uso, os efeitos começam a surgir, período esse em que o paciente se queixa dos efeitos colaterais e ainda não sente os benefícios da medicação.
Alguns antidepressivos: tricíclicos; IMAO; SSRI; atípicos; inibidores receptivos de recaptação da noradrenalina; lítio e anticonvulsivantes.
Psicoterapia
Na psicoterapia, o paciente amplia sua percepção a respeito de si próprio, aumenta sua autoconfiança e sua autoestima. Desenvolve a capacidade de se orientar em seu meio na busca para o  seu equilíbrio.
Resolve questões que por ventura desencadeou a depressão.
  Alimentação
Alguns alimentos fornecem nutrientes e substâncias que participam da produção dos neurotransmissores.
Fontes de triptofano: carnes magras, peixes, leite e iogurte desnatados, queijos brancos e magros, nozes e leguminosas. 
Fontes de carboidratos: pães, cereais integrais, biscoitos integrais, massas integrais, arroz integral e selvagem, frutas, legumes e chocolate amargo (com moderação)
Fontes de tirosina: peixes, aves sem pele, ovos, leguminosas, nozes e castanhas, queijos magros e tofu 
Fontes de Folato: espinafre, feijão branco, laranja, aspargo, couve de Bruxelas, maçã e soja.
Fontes de B6: frango, atum, banana, levedo de cerveja, cará, alho e sementes de gergelim. 
De 3 a 4 cafezinhos, ao longo do dia, pode prevenir a depressão, auxiliar na memória e no estado de alerta. 
 Se o depressivo não aceita tratamento 
A família do paciente depressivo preocupa-se a cada dia com o seu estado, sua falta de ânimo, sem vontade para viver. Importante mostrar que o médico irá esclarecer  sobre a doença, dúvidas e possíveis tratamentos. 
 Existem casos, em que o paciente não busca tratamento, assim a internação é extremamente necessária pois os riscos de suicídio são muito evidentes. Ou ainda, paciente se recusa a comer e isso agrava a saúde e o sistema imunológico fica prejudicado. Ao sair da internação, paciente perceberá que a medicação e psicoterapia fazem bem, e irá dar continuidade ao tratamento. 

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Tipos de Depressão mais comuns

Devemos sempre nos lembrar que depressão é doença, é algo que tem tratamento. Nunca ignore a pessoa que diz estar deprimida, é um sentimento real, dói muito e solitário.
Depressão maior;
Depressão crônica;
Depressão pós parto;
Depressão infantil.
 
Depressão Maior

 O paciente tem um histórico de vida emocional com vários momentos onde apresentou sintomas depressivos, muitos deles sem motivo vivencial aparente ou, quando há algum motivo, o quadro é desproporcional, tanto em intensidade quanto em duração. Essas pessoas são deprimidas, ou seja, têm um perfil afetivo propenso à depressão, têm com freqüência antecedentes familiares de depressão.

Freqüentemente apresentam propensão ao choro, irritabilidade, ruminação obsessiva, ansiedade, fobias, preocupação com a saúde física e queixas de dores.
 
Depressão Crônica

O paciente perde o prazer de realizar atividades cotidianas e se sente angustiado, melancólico e sem energia para nada. Se sentem apáticos, sem motivação, e os pensamentos quase sempre são negativistas. Muitas vezes chegam a pensar em suicídio, embora, na maioria das vezes, não de forma concreta.

Quando esses episódios persistem por muito tempo, a depressão é identificada como crônica. A gravidade é mais acentuada quando a pessoa que sofre de depressão acha que não está doente, se recusando a colaborar nos tratamentos, para os quais são indicados medicamentos antidepressivos para equilibrar os neurotransmissores.
 
Depressão Pós Parto
Pode ocorrer por alguns dias ou até meses depois do parto. A mulher pode ter sentimentos similares ao da depressão - tristeza, ansiedade, irritabilidade - porém são muito mais fortes.
Geralmente impede a mulher de fazer coisas que precisa no dia-a-dia. Quando a vida normal da mulher é afetada, é um sinal certo que ela deve procurar logo um médico. Se a mulher não obtiver tratamento para a depressão pós-parto, os sintomas podem piorar e durar até um ano. Existem casos extremos em que a mulher mata o próprio bebê.
 
Depressão Infantil

Os sintomas são diferentes:  rejeição, enurese, encoprese, choro fácil, condutas antissociais, perda da atenção, fobia escolar, agressividade, cansaço matinal, entre outros.

A depressão infantil pode acarretar sérios prejuízos no desenvolvimento escolar e social. 
No próximo post irei falar sobre os tratamentos.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
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