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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Você é feliz no seu relacionamento amoroso?

imagem: Google
Na fase da adolescência iniciamos nossas vidas amorosas, uns (a maioria) um desastre!! Muitos se entregam completamente, até perdem noção do tempo, dos dias, das horas, sentem até falta de ar, devido a ausência do ser amado.
Ao deixarmos a fase da adolescência, sentimos vontade de ter relacionamentos mais duradouros, companhias que nos completam, nos fazem bem, nos diverte.
Mas, muitas vezes, o passar do tempo "estraga" esse relacionamento. Casamento, filhos, falta de dinheiro, falta de respeito essas são umas das causas para o fim de um relacionamento.
E como combater esse fim? Como lutar para que o fim não chegue? Caso o relacionamento tenha perdido o brilho, o ânimo devido a rotina; conversas, momentos a dois, podem muitas vezes resolver o problema; mas se o que se perdeu foi o respeito, esse ai não se acha mais.
A falta de respeito pelo parceiro: gritar, bater, xingar, mentir; esses são comportamentos que não se acabam e nem se apagam. Manter esse tipo de relacionamento é perder tempo, é sofrimento para o casal e para os filhos.
Algumas mulheres mantem esse tipo de relacionamento dizendo que não tem como viver financeiramente, ou os filhos precisam do pai, etc, essas são as desculpas mais fáceis que encontram. Na verdade, mantem esse relacionamento devido a baixa auto estima, devido a não acreditar que a vida vai ser melhor, que existe felicidade...
Manter relacionamentos que perderam o respeito é um mau exemplo para os filhos, além de fazerem sofrerem, e com certeza trazer problemas para a formação da personalidade.
Buscar por relacionamentos saudáveis é uma obrigação de todos! Favorece para a felicidade de uma família e de todos ao redor!

Orientações e Aconselhamentos Psicológicos Online
www.psicoterapiavirtual.com.br

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP:06/72676


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Fobia Escolar

imagem: Google
O medo de ir a escola e do ambiente escolar é real para muitas crianças. Apresentam sintomas, principalmente próximo ao horário de ir a escola.
Os sintomas, por sua vez, são dores de estômago, dores de cabeça, vômitos, choro excessivo, ansiedade, roer unhas compulsivamente.
A fobia escolar é classificada como um tipo de transtorno de ansiedade, que se não for tratada pode trazer graves consequências para a vida escolar, muitas podem até perder o ano escolar, e caso não seja tratada chegam ao chamado "fracasso escolar".
Importante que os pais, professores, coordenadores estimulem a criança a ir a escola. Mas de uma forma que faça com que a criança se sinta segura. Muitos pais não entendem ou não sabem que a fobia escolar existe e colocam castigos as crianças que atingem além da auto estima também a integridade.
Pai e mãe, escute o seu filho, ajude-o a ser seguro e lutar contra os medos. Pergunte sobre o que está acontecendo, quais os medos que tem sentido; muitas vezes, essa criança apresenta algum tipo de dificuldade de aprendizagem, ou déficit de atenção e tem vergonha por não conseguir aprender, ou ainda os colegas da classe o incomodam com gozações.
Se os pais não estiverem conseguindo encorajar o filho a frequentar a escola, é importante procurar ajuda profissional, seja um psicólogo para auxiliar na auto estima ou psiquiatra com o uso de medicações que controlam a ansiedade que está presente.
Caso a criança apresente sintomas como vômitos, febre é importante ir ao médico para descartar possíveis viroses, este também poderá realizar avaliação e diagnosticar a possível fobia escolar.
Pai e mãe, estimule o seu filho a crescer feliz, esteja ao lado dele para passar segurança. Crescer muitas vezes dá medo. A sociedade, escola, pais tem exigido muito das crianças que antes iam a escola e brincavam. Hoje em dia, a semana é preenchida com escola e cursos que ocupa quase todo o tempo da rotina da criança.

Para dúvidas, aconselhamentos e orientações psicológicas online:

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O que é transtorno de conduta?

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Crianças e adolescentes estão em constante fase de desenvolvimento e formação da personalidade. Mas, tipos de personalidade que persistem e trazem certo desconforto seja na escola ou em casa são indícios de que algo não está indo bem. Fortes e muito presentes características de desobediência, "matar aula", dificuldade em aceitar limites e regras, desafiar professores e pais se arriscar em atividades perigosas e sem responsabilidade podem receber o diagnóstico de transtorno de conduta.
Os adolescentes que precisam de atenção especial são principalmente os que não aparentam sofrimento psíquico diante do ato que cometeu, ou ainda diante do sofrimento que causou a alguma pessoa, seja familiar ou alguém desconhecido.
Os critérios diagnósticos do DSM-IV para transtorno da conduta incluem:
(1) freqüentemente persegue, atormenta, ameaça ou intimida os outros;
(2) freqüentemente inicia lutas corporais; 
(3) já usou armas que podem causar ferimentos graves (pau, pedra, caco de vidro, faca, revólver); 
(4) foi cruel com as pessoas, ferindo-as fisicamente;
(5) foi cruel com os animais, ferindo-os fisicamente;
(6) roubou ou assaltou, confrontando a vítima;
(7) submeteu alguém a atividade sexual forçada;
(8) iniciou incêndio deliberadamente com a intenção de provocar sérios danos;
(9) destruiu propriedade alheia deliberadamente (não pelo fogo);
(10) arrombou e invadiu casa, prédio ou carro; 
(11) mente e engana para obter ganhos materiais ou favores ou para fugir de obrigações;
(12) furtou objetos de valor;
(13) freqüentemente passa a noite fora, apesar da proibição dos pais (início antes dos 13 anos);
(14) fugiu de casa pelo menos duas vezes, passando a noite fora, enquanto morava com os pais;
(15) falta na escola sem motivo, matando aulas freqüentemente (início antes dos 15 anos). 
Os critérios diagnósticos do DSM-IV para transtorno da conduta aplicam-se a indivíduos com idade inferior a 18 anos e requerem a presença de pelo menos três desses comportamentos nos últimos 12 meses e de pelo menos um comportamento anti-social nos últimos seis meses, trazendo limitações importantes do ponto de vista acadêmico, social ou ocupacional.
TRATAMENTO
Intervenções junto à família e a escola, psicoterapia individual e familiar. Para que tenha êxito, o tratamento não deve ser isolado, e nem abandonado.
Importante: Quanto mais jovem e menores classificações se enquadrar, maiores serão as chances de "cura" com o tratamento, com a psicoterapia.
Com adolescentes que já causaram vários delitos além da psicoterapia também é importante aulas de música, de artes.
Uso de medicamento É necessário quando existe a presença de agressões, paranóias, TDAH)
CAUSAS
Muitas vezes a causa está na relação conflituosa entre pais e filhos. Alguns pais apresentam sérias dificuldades em estabelecer limites, em educar. Ter um bom convívio em casa, sem agressões, ou humilhações é importante para prevenir o transtorno de conduta. Pais que se agridem, chingam, faltam com respeito, tem maiores chances de ter filhos com transtorno de conduta.
imagem: GOOGLE
Infelizmente a maior parte dessa população não tem condição financeira e nem psíquica para tratar a criança ou adolescente, essa situação faz com que tenhamos que conviver com essas crianças e adolescentes diariamente seja na escola de nossos filhos ou ainda na rua, no supermercado.

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
Orientações e aconselhamentos psicológicos pelos site:

sábado, 27 de agosto de 2011

Hoje é dia do Psicólogo!


Como o psicólogo pode ajudá-lo?

A psicologia é uma ciência não assim tão nova, mas um pouco confusa para o entendimento geral. É inevitável a associação do psicólogo com problemas.

Problemas estes, que geralmente estão relacionados a dores não muito bem compreendidas e de difícil assimilação.

A cabeça entende os problemas, administra-os, procura soluções inteligentes e plausíveis, mas o coração. Ah, o coração... Este é o maior sabotador da inteligência e grande delator da fragilidade humana...

A razão entende, aceita toda e qualquer adversidade, mas e as emoções, como ficam?

Como aquietar e serenar uma “coisa” que se sente? Se é sentimento, como medi-lo, decifrá-lo, conduzi-lo? Como explicá-lo, acalmá-lo e curá-lo? Não existe “amorômetro”, “sofrerômetro”, “ansiômetro” que consiga diagnosticar com precisão o grau, o tamanho e a dimensão das inquietações emocionais que o ser humano está exposto ao longo da sua vida.

Perante estas inquietações, o mais sábio dos mortais é capaz de se render e se desconhecer a ponto de se perder e, quando ele se perde, o comportamento muda. As atitudes ficam mais vulneráveis e vão se moldando ao novo e estranho contexto das emoções. É neste momento que o psicólogo entra em ação.

As emoções acabam sendo os condutores da vida e se não estiverem equilibradas, organizadas e entendidas entrarão num turbilhão conflitante bloqueando uma ação mais coerente e sensata.

Neste sentido, o psicólogo atua como um grande sensor, administrando os verbos “sentir” e “agir” e, assim, obriga o outro a “pensar”, racionalizar sobre as emoções. Fazemos isso entendendo quais são os mecanismos e possíveis desencadeadores da instabilidade emocional, não há mistério. É preciso, apenas, preparar o “medicamento adequado”.

Cada psicólogo tem os “medicamentos” próprios de acordo com a linha que escolheu para atuar; “medicamentos” estes que não estão à disposição em nenhuma farmácia. O psicólogo empresta a sua sensibilidade, grau de empatia, colo, ouvido, coração e técnica (sim, ele estudou para isso) para chegar ao objetivo maior.

Não é difícil ser psicólogo. Basta ser gente e gostar muito de gente.

Ainda vou ter a oportunidade de ler um adesivo nos carros assim:


“Consulte um psicólogo. Ele pode e sabe como ajuda-lo a viver bem melhor.”

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Dislexia

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Muito comum nas escolas, dislexia é um dos disturbios mais frequentes na idade escolar. É uma dificuldade de aprendizagem que envolve a escrita, leitura, ou soletração, ou a combinação dessas dificuldades. 
Como identificar o dislexico:
Na pré alfabetização:
  • dificuldade em decorar cores, números, ou ainda de escrever o próprio nome
  • dificuldade em pegar uma bola
  • fala tardia
  • não memorizar nomes
imagem: GOOGLE
Na alfabetização e no ensino fundamental:
  • dificuldade em aprender o alfabeto
  • dificuldade em soletrar palavras
  • dificuldade em orientação temporal (hoje, amanhã, mês que vem)
  • dificuldade em leitura
  • dificuldade em elaborar textos 
  • dificuldade em copiar do quadro
O diagnóstico de dislexia poderá ser confirmado apenas com a equipe multidisciplinar (psicólogo, psicopedagogo, fonoaudiologo, neurologista)

Não existe cura. Mas é necessário que o disléxico tenha um acompanhamento permanente de psicologo, fonoaudiologo, pedagogo para que possa ter evolução no aprendizado.

Muitos pais acham que o filho está fazendo de propósito ou ainda para chamar a atenção, ou ainda, e pior: "é burro". IMPORTANTE: sempre que perceber algo diferente em seu filho, consulte um especialista para avaliar se há algo errado. O seu filho pode estar precisando de sua ajuda!!

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Autismo

A criança ou adulto autista mostra-se alheia ao mundo externo, encontra-se centrado em si mesmo. Os comportamentos característicos podem estar presentes desde os primeiros meses de vida da criança, ou podem surgir a qualquer momento durante os primeiros anos de vida. São eles:
    • Dificuldade em estabelecer contacto com os olhos,
    • Parece surdo, apesar de não o ser, 
    • Raramente procura o conforto ou afeto de outras pessoas, quando em situações de estresse ou angústia; raramente oferece conforto ou afeto para as pessoas que estão em estresse ou infelizes.
      • Algumas apresentam inteligência e fala intactas, outras podem apresentar retardo mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem.
      • Alguns parecem fechados e distantes e outros parecem presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
      • Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente ela é completamente interrompida.
      • Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros,
      • Por vezes ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso,
      • Costuma estar inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas,
      • Não explora o ambiente e as novidades e costuma restringir-se e fixar-se em poucas coisas,
      • Apresenta certos gestos repetitivos e imotivados como balançar as mãos ou balançar-se,
      • Brinca sempre da mesma forma com cavalinhos, sempre em sequencia;
      • Cheira, morde ou lambe os brinquedos e ou roupas,
      • Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente; 
      Não existe cura para o autista, apenas tratamento para que seja estimulado, e saiba viver de forma independente, como amarrar o calçado, tomar banho, se alimentar. O tratamento medicamentoso tem se mostrado ineficaz. Porém a psicoterapia, musicoterapia, tem sido formas de fazer com seja estimulado o relacionamento social.


      Orientação Psicológica Online Acesse: www.psicoterapiavirtual.com.br

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676


      sexta-feira, 1 de julho de 2011

      Como se desenvolve a depressão?

      Nem sempre é possível fazer uma avaliação que se determina como foi desenvolvida a depressão, mas estudos mostram que fatores genéticos e neuroquímicos somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos podem ser os responsáveis pela depressão apresentada pelo paciente.
      Alterações hormonais, tensões pré menstruais, dificuldades familiares e financeiras, stress, desemprego, menopausa muitas vezes são decisivos para um indivíduo ter depressão.
       
      Genética:
      Pesquisas revelam que parentes biológicos de primeiro grau de pacientes que sofrem de depressão têm mais do que o dobro de probabilidade de desenvolver em algum momento da vida a depressão.
      Na mulher, a depressão é duas vezes mais freqüente do que nos homens.
      Caso alguém da família tenha tinha depressão, e teve sucesso com algum tratamento ou medicação, busque informações pois esse mesmo medicamento também poderá lhe fazer bem. Pesquisa revela que medicação que faz bem a um, irá fazer bem ao outro familiar.
      Estresse
      Ao analisar o histórico de vida do paciente depressivo poder perceber que alguns trazem um esgotamento físico e mental devido a grande exposição de estresse.
      Muitos, apresentam-se cansados, exaustos físico e mentalmente.
      Também é muito comum apresentar depressão após uma exaustão, uma exigência muito grande no trabalho, como horas extras, buscas por metas, falta de alimentação saudável.
      Tristeza
      Outro fator que pode desencadear  a depressão é a tristeza.
      Por vezes, morte de algum ente muito querido, separação, tristeza causada pelo desemprego, baixa auto estima.
      A situação se torna mais difícil de se lidar quando ocorre genética, estresse e tristeza em uma só pessoa.
      Não são todas as pessoas que diante de alguma dificuldade desenvolvem  depressão.
       
      Orientação Psicológica Online
      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676 

      quarta-feira, 22 de junho de 2011

      Atendimento ao Cliente!

      Se você trabalha com vendas, pense bem... numa empresa, o seu objetivo de atender bem o seu cliente não é tarefa nada fácil! 
      Para isso, lancei no site buzzero, um curso sobre atendimento ao cliente. Acesse aqui 
      Dá uma olhadinha em alguns dos temas que abordo em vendas:
      O sucesso da empresa
      Determinando necessidades do cliente
      Comunicação 
      Treinamentos
      Qualidade Tota
      Compreender as pessoas e colegas de trabalho
      Etiqueta no atendimento ao Público
      Dicas para manutenção de clientes em longo prazo
      Dez mandamentos de excelência no atendimento e na manutenção de clientes
      Dicas sobre comunicação e atendimento ao cliente
      ENXERGANDO OPORTUNIDADE
      CARACTERÍSTICAS DE UM SUPER VENDEDOR

      Se você quer pensar um pouquinho e aprender técnicas novas sobre atendimento ao cliente, acesse e se inscreva. O custo é apenas de R$ 20,00 que pode ser pago com boleto bancário ou ainda com cartão de crédito. 
      Abraços
      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      quarta-feira, 18 de maio de 2011

      Agorafobia

      imagem: Google
      Agorafobia é o medo de ruas amplas e espaços abertos, medo de ficar em lugares de onde seria difícil sair ou pedir ajuda.
      Os lugares relacionados a agorafobia são lugares públicos, multidões, ou qualquer lugar distante da própria casa. O grau desse transtorno é medido pelo nível de dependência que o paciente tem, como: conseguir andar sozinho pela rua, andar no quarteirão, ir até a portaria, ir ao supermercado. Alguns pacientes descrevem sentir o medo de se manifestar o ataque ou exibir ansiedade na presença de outras pessoas, de desmaiar, ou ser visto num estado descontrolado sendo extremamente encarado como algo humilhante e embaraçante.
      Imagem: Google
      O início da manifestação da agorafobia é gradual e a piora ocorre pela persistência das crises de pânico. Na maioria dos casos a doença inicia-se geralmente após uma grande tensão proveniente de uma separação ou doença física que leva a piora do estado do paciente, tornando-se extremamente dependente.
      Grande parte dos pacientes são constituídos por mulheres recém casadas com idade entre 25 e 36 anos, relacionando que muitas dessas jovens saem de um círculo familiar amplo para o isolamento do dia a dia como vivem grande parte das recém casadas. A dependência do marido nesse caso, é muito maior, e quando essa dependência fracassa, alguns pacientes passam a manifestar sintomas fóbicos.
      A doença é manifestada por vômitos, sudorese abundante, perda do controle urinário ou instestinal, sintomas depressivos, síncope (desmaio).
      O tratamento para agorafóbicos a base de remédios não costuma ser muito eficiente. A agorafobia costuma regredir na medida em que o paciente não tem mais crises de pânico, podendo levar anos. A melhor forma de tratamento é pela psicoterapia, onde avalia os níveis de ansiedade em intervalos regulares, com elaboração de situações do cotidiano como dirigir, caminhar, ir ao supermercado. Porém, para ser tratado é necessário que o paciente busque por ajuda psicológica, o que muitas vezes é um processo difícil e característico do agorafóbico.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      quinta-feira, 12 de maio de 2011

      Obesidade

      Imagem: Google
      O primeiro passo é saber o que é "normal", "gordinha", "obeso" e "obesidade mórbida".
      Muitas vezes, pensamos: " - Estou gordinha!" , mas, sem sabermos ao certo que tipo de preocupação é essa. O mais correto é avaliar a massa corporal (IMC) com a equação peso (kg)/altura2(mts) e seguir os critérios da classificação da tabela:

      IMC menor que 18,5 kg/m2 - Desnutrição Energética Crônica
      IMC menor que 19,9 kg/m2 - Baixo Peso
      IMC entre 20 e 24,9 kg/m2 - Peso Normal
      IMC entre 25 e 29,9 kg/m2 - Sobrepeso
      IMC entre 30 e 39,9 kg/m2 - Obesidade
      IMC maior que 40 kg/m2 - Obesidade Mórbida

      Comer excessivamente pode estar ligado a algum sofrimento, baixa autoestima, depressão e dificuldades no comportamento social prejudicando assim, a qualidade de vida. Com a consciência do problema, o paciente poderá se empenhar mais no comportamento psicoterapêutico, nutricional, médico e nas atividades físicas.
      Muitas mães tem uma preocupação excessiva com alimentação da criança e a alimentam de forma exagerada, criando um hábito alimentar que pode se perpetuar. Muitas vezes, a alimentação é recompensada e elogiada de forma acentuada, criando na criança uma sensação de bem estar e afetividade associada ao alimento. Quando adulto uma das melhores formas de socialização é convidar os amigos para um jantar ou outro tipo de refeição. 
      O alimento está associado a afeto e, muitas vezes quando buscamos afeto, buscamos também algum alimento. Vejamos alguns modelos de associações:
      • Mães que por excesso de culpa, sentimento de rejeição e dificuldades de lidar com o afeto compensam-nos com o alimento;
      • Quando as pessoas se sentem sozinhas, podem então, buscar no alimento uma forma de compensação da falta que faz ter companhia;
      • Pensamentos como: "sou feia e gorda mesmo, que diferença vai fazer um pão a mais?"
       Em sessões de psicoterapia, o psicólogo tem o papel de fornecer estímulos e técnicas de auto controle para o paciente em questão.
      Busque ajuda psicológica sempre que sentir necessidade.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676
      Orientação Psicológica Online

      quinta-feira, 28 de abril de 2011

      Transtorno Bipolar de Humor

      imagem: GOOGLE

      Como o próprio nome diz, o Bipolar possui as duas polaridades do humor. Ora estando no auge da euforia, muito alegre, muito feliz, cheio de energia e ora está na depressão profunda, tristeza, melancolia.
      Comportamentos:
      Na euforia apresenta aumento da impulsividade: compras, esporte, sexo, trabalho, estudo, drogas, álcool;
      Extrema irritabilidade, impaciência, incapacidade de se concentrar;
      Diminuição da necessidade de sono;
      Agitação, aceleração de pensamentos e idéias;
      Mudança de assunto brusca, fala muito rápida;
      Arrogante, sentimento de superioridade.

      Na depressão apresenta lentidão, perda de energia, falta de interesse por coisas ou pessoas;
      Dificuldade em tomar decisões, desânimo;
      Perda ou aumento de apetite;
      Dores pelo corpo;
      Idéias de mortes são frequentes, planejamentos sobre o próprio suicídio.

      O TBH pode causar sérios prejuízos a vida: como por exemplo na euforia: gastar um dinheiro que não tem, fazer sexo compulsivamente com pessoas desconhecidas e sem as devidas prevenções, ou ainda na depressão: deixar de ir ao trabalho, deixar de dormir noites, ou dormir dias e noites.
      Fatores hereditários e fatores estressores como: separação, ou perda de um ente querido, mudanças na vida podem ser determinantes para o Transtorno Bipolar de Humor.
      Após o diagnóstico realizado por psiquiatra ou psicólogo, o tratamento feito pelo psiquiatra é medicamentoso com o uso de estabilizadores do humor e também com o uso de antidepressivos. Tratamento com psicoterapia com psicólogos competentes também é importante para redução dos sintomas e prevenção de recaídas.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676




      quarta-feira, 30 de março de 2011

      Adeus timidez nas crianças!

      Os pais tem papel fundamental na "cura" para a timidez!
      Eles podem contribuir, incentivando a criança a brincar com os amigos da escola, da praça, da família.
      Outro fator importante para o desenvolvimento da criança é passar segurança e confiança. Encorajando-a a buscar soluções para os desafios que se apresentam.
      Muitas mães dificultam muito esse desenvolvimento, superprotegendo as crianças, isso faz com que a criança tenha medo de estar com novas crianças, e enfrentar novas situações.
      A falta de socialização pode trazer para a criança transtornos como fobia social, depressão, ansiedade generalizada entre outros.
      Muitos acreditam que a criança quietinha que é a boa criança, se pensarmos nessas patologias, vemos que isso não é verdade. Vemos que essa criança tem e precisará de ajuda psicológica para se "curar" da tal timidez.
      Importante destacar que não temos que avançar o sinal da criança, forçando-a estar com as crianças, a brincar e muito mais. Temos que respeitar o limite da criança, ir com calma, mostrar pra ela que é bom ter amigos.
      Outra dica importante é falar para o seu filho ajudar um amigo, o altruismos faz com que tenha que estabelecer contato com outras crianças, é isso fará com que esteja próximo de colegas.
      Enfim, com cautela e tempo, a timidez poderá deixar de ser um problema na vida do seu filho.
      Persista, passa segurança, acredite no seu filho!!

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      terça-feira, 29 de março de 2011

      Autoconceito na Criança

      imagem: Google
      O autoconceito é basicamente a percepção que a pessoa tem de si mesma, informações adquiridas sobre uma série de fatores externos e internos à própria pessoa. O sentimento de valor que acompanha essa percepção se contitui na auto-estima.
      O senso de identidade, poderia parecer pessoal, porém tem raízes sociais. Portanto, o autoconceito de uma criança baseia-se principalmente nas características externas, no ambiente em que vivem. Crianças que convivem com brigas, e até mortes terá sua identidade formada por esse ambiente.
      A criança agressiva tem um autoconceito negativo e qualquer oportunidade para melhorar isso deve ser aproveitada. Atividades em grupo fazem com que a criança sinta que pertence ao grupo. A criança agressiva é barulhenta e controladora devido a sua grande necessidade de se proteger.
      Portanto, devemos promover a autonomia destacando sempre fatores positivos para que essa criança cresça acreditando no sucesso e podendo se destacar positivamente. Ao contrário, a criança que não possue esse conceito positivo de si poderá ter altas chances de fracassar na escola e consequentemente na vida adulta. Elogio, incentivo, confiança são fundamentais para o sucesso de qualquer pessoa.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 72676/06

      *Deixe sugestões de temas a serem abordados através de cometários ou pelo e-mail: contato@psicoterapiavirtual.com.br

      terça-feira, 22 de março de 2011

      Auto estima na criança

      A criança nasce com maior ou menor auto estima. Mas a sociabilidade criada pelos pais e professores pode alterar significativamente no desenvolvimento da criança. A auto estima está a todo o momento presente. Por isso, é importante fazer com que o filho ou aluno saiba seus potenciais, suas capacidades e também e principalmente seus limites.
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      Tendo confiança em si própria e com auto estima elevada será capaz de enfrentar obstáculos e frustrações do cotidiano, e consequentemente podendo se destacar no meio social. 
      A auto estima positiva é requisito básico para uma vida satisfatória de todo indivíduo. É através dela que conseguimos traçar objetivos e concretizá-los. Um dos fatores que contribuem para melhorar a auto estima é o sentimento de pertença, que se obtém à medida que se faz parte de grupos mais coesos e permanentes, também é importantíssimos atividades de auto expressão e participação social.
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      Já a auto estima negativa contribui para as dúvidas, inseguranças, culpas, medos e dificuldade em interação social. Essas dificuldades podem levar ao fracasso escolar, e consequentemente a criança começa a apresentar problemas emocionais e comportamentais, como, por exemplo, ficar deprimida, recusar-se a ir a escola, timidez excessiva, medo de experimentar coisas novas, e até mesmo a agressividade com relação aos companheiros.
      Como podemos colaborar na auto estima de filhos e alunos?
      • Orientando-os e não batendo, dizendo que fazem tudo errado;
      • Dizendo que são bonitos, inteligentes,...;
      • Incentivando-os a alcançar metas;
      • Incentivando-os a ultrapassar obstáculos;
      • Favorecendo interação social;
      • Não rejeitando-o ou culpando-o.

      Vamos cuidar de nossas crianças e assim evitarmos problemas no comportamento! 
      Próximo post será sobre autoconhecimento.

      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      sexta-feira, 18 de março de 2011

      Habilidades Sociais nas Crianças

      As habilidades sociais, entre muitos outros conceitos, envolve: auto estima, autoconceito, autoconhecimento, respeito ao outro, cooperação, boas maneiras (educação), limites, regras, ..., sendo assim a base da competência social.
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      A criança começa a interagir com o seu meio e é através dessa interação com as outras pessoas, com o grupo que se consolida o processo de socialização. Nesta fase, a criança precisa se adaptar a novas demandas sociais, necessitando, portanto, de um repertório ampliado de comportamentos sociais. Essas habilidades, são desenvolvidas principalmente na escola, com o grupo de amigos.
      Aprender a ser socialmente hábil não é uma tarefa fácil, significa muitas vezes, aprender a se prevenir contra certos transtornos psicológicos, como por exemplo, timidez, depressão, angústias, isolamento social. A criança deve ter capacidade para lidar com as mais variadas situações sociais; entre elas a habilidade de poder expressar o que pensa e sente de forma coerente e, acima de tudo, respeitando o próximo, e aceitando as diferenças.
      No próximo post irei destacar a importância da auto-estima na criança.
       
      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      terça-feira, 1 de março de 2011

      Você se apaixona fácil demais? tema para adolescentes


      Tema especial para adolescentes.....

       A garota que só percebe que o garoto gosta dela se ele for muito claro são pessoas que têm dificuldades em ter um relacionamento amoroso. Muitas desenvolvem mecanismos de defesa devido a baixa auto estima que possuem, achando-se incapazes de atrair parceiros, feias. A seguir, vou descrever alguns motivos quando se tem dificuldade em se apaixonar: 1) pessoas que tiveram pais pouco protetores e pouco afetivos têm dificuldades para estabelecer vínculos afetivos em relacionamentos. 2) ter sido traída recentemente. 3) Não ter tido modelo de relacionamento amoroso positivo, exemplo: pais que brigam. 4) Já possuir um amor, e ser tão fiel que não procura por novos parceiros.
      Já a garota que se apaixona ao menor sinal ou olhar do menino encontra muitas conseqüências negativas. Essa pouca “exigência” faz com que a seleção do parceiro ideal seja nula, o que aumenta o risco de sofrimento da apaixonada. Outro fator negativo é que por possuírem uma carência de afetos se tornam dependentes, pegajosas, acreditando que o ser pelo qual se apaixonou é o único homem da sua vida, o que também provoca sofrimento.
      O ideal é a que está no meio termo, que pondera tudo para saber o que está sentindo. Que avalia se realmente existe a possibilidade de um relacionamento amoroso ou se é apenas amizade. Os riscos de sofrimento, as decepções, as frustrações são menores, embora nunca possíveis de serem evitadas para sempre. A garota que tem esse perfil normalmente tem modelos de relacionamentos positivos, como pais casados com relação estável, ou ainda pais separados, mas com relacionamento saudável.
      Ter controle e conhecimento sobre o próprio sentimento é o primeiro sinal de que se está madura emocionalmente o suficiente para se relacionar. Estar apaixonada primeiramente por si própria faz com que tenha uma vida saudável e uma auto estima positiva para ter e manter um relacionamento.



       Aconselhamento e orientação psicológica online

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       Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP:06/72676

      sábado, 26 de fevereiro de 2011

      Transtornos Alimentares

      Muito se ouve falar sobre transtorno alimentar, são vários os meios de comunicação que aborda esse tema: televisão, jornais, revistas, documentários, blogs e muito mais. Sempre dão muita ênfase ao transtorno relacionado a modelos, meninas que querem ser magras, mas existem incidências em garotos adolescentes e mulheres adultas.
      O transtorno alimentar apresenta duas síndromes importantes para descrevermos: Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa. Vou descrever as duas e mostrar as perturbações psicológicas de cada uma.

      Anorexia Nervosa: 
      • Se sente gordo/a, mesmo estando abaixo do peso esperado para idade e tamanho;
      • Pode levar a morte;
      • Ausência de alimentos, dias sem comer;
      • Exercícios excessivos após a ingestão de uma torrada, por exemplo;
      • Negação com relação a síndrome;
      • Anemia constante;
      • Ausência de menstruação.
      Muitos acreditam que a mídia com suas atrizes, apresentadoras magrinhas influenciam no desenvolvimento psicológico e físico das adolescentes, que acreditam que para se ter sucesso e poder financeiro tem que ser magra. Grifes importantes também não tem numeração para as "cheinhas" ou padrão normal, precisa ter corpo magro para poder vestir algumas grifes famosas. 
      Rejeição familiar, abusos sexuais, bulling escolar também podem ser fatores determinantes para a formação da personalidade anoréxica.
      O tratamento é extremamente difícil, pois sempre negam ser anoréxicos. Quando existe a concientização da síndrome, a psicoterapia é indicada. Quando o caso é grave existe a necessidade de internação hospitalar devido a gravidade da saúde em que se encontra. Importante também destacar que existem recaídas, o que dificulta a "cura".

      Bulimia Nervosa:
      • Ingere muita comida em pouco tempo, em seguida toma laxantes, diuréticos e provoca vômitos a fim de evitar o ganho de peso;
      • Está dentro do peso e das medidas para idade e tamanho;
      • Não consegue controlar a excessiva quantidade de comida ingerida.
      Muitos familiares não sabem que existe um bulemico na família,pois cometem o vômito logo após a ingestão do alimento, fazem isso no banheiro e em silêncio.
      Já tive uma paciente casada e com 2 filhos,que após comer ia até o banheiro para vomitar toda a comida, o marido nem desconfiava. Todos os dentes dela eram postiços devido ao ácido dos vômitos. Psicoterapia foi fundamental para equilibrar a auto estima que estava muito baixa e também cuidados com o humor, pois tinha se tornado agressiva e irritada.


      É sempre muito importante cuidar da alimentação dos adolescentes,, principal mente das adolescentes, muitas por medo de engordarem, de sofrerem bulling acabam desenvolvendo uma dessas duas síndromes alimentares. A primeira (anorexia nervosa) pode ser considerada fatal caso esteja no estado grave.

      Aconselhamento e Orientações Psicológicas

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      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

      Síndrome do Pânico

      A dificuldade em diagnosticar a síndrome do pânico vêm da pouca informação que a população recebe.
      Muitos ao sentir os sintomas não sabem que estão passando por uma crise. De repente, surge um medo muito grande de morrer, dificuldade de respirar, tonturas, calafrios, palpitações, confusão mental. Esses sintomas podem ocorrer ao dirigir, no supermercado, no trabalho, no ônibus.
      Essa crise dura alguns minutos, mas se não for tratada terá novas crises. Muitas pessoas por sentir palpitação acredita que talves seja problemas cardíacos, fazem uma bateria de exames, tomam medicação para algum diagnóstico, mas voltam a ter a crise. Por isso, é importante que passem por avaliação psiquiátrica e psicológica para poder ter o diagnóstico correto.
      Após terem a crise apresentam medo intenso de ter novamente, evitam sair de casa, ir ao trabalho, ou a escola, ou ainda necessitando de algum familiar para executar tais tarefas. Muitos até perdem o emprego devido ao medo de ter novas crises na rua, ou no trabalho.
      Fatores tem apontado por genética, mas existem pessoas que tem a síndrome independente da genética. Características como perfeccionismo, muita expectativa por algo, pensamento rígido, sobrecarregada de trabalho, stress, necessidade de estar no controle, necessidade de aprovação são comuns.
      Familiares devem compreendê-la, ajudá-la, indicar médicos e buscar por tratamento. O psiquiatra irá medicar e o psicólogo irá fazer sessões de psicoterapia que nesse caso podem ser feitas em domicílio.
      Importante destacar, se não for tratada, outros problemas emocionais podem vir junto com a Síndrome do Pânico: depressão, uso de drogas e álcoolismo, e ainda a tentativa de suicídio/suicídio.

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      Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
      CRP: 06/72676

      segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

      Fobia Social

      Muitas pessoas conseguem conviver com a fobia social sem buscar ajuda, se adaptando, buscando empregos em que a exposição é menor. Outros, por necessidade buscam informações, e ajuda médica. 
      Mas, o que é a fobia social? Eu tenho? Meu vizinho tem? Caso se encaixe nos exemplos abaixo, busque ajuda médica e psicológica e tenha uma vida tranquila e saudável socialmente.
      Fobia social é o medo persistente e irracional acompanhado de um desejo de evitar situações em que o indivíduo é exposto à avaliação dos outros por exemplo: falar em público, escrever, comer ou beber na presença de outros, dirigir com pessoas criticando.
      Através do www.psicoterapiavirtual.com.br tenho atendido muitas pessoas que tem dificuldade em ir até o consultório e falar dos problemas, por medo do julgamento e da exposição. Tem sido uma ótima oportunidade de buscar ajuda, informações e soluções.
      Inicia-se normalmente na infância ou no início da adolescência. A família é o primeiro e o mais importante sistema social. Pais que avaliam negativamente as crianças podem proporcionar medo e insegurança, assim podem desenvolver a fobia social por medo de reprovação ou crítica.
      Embora nem todos os fóbicos apresentem sintomas de Pânico, ocorre uma manifestação de ansiedade semelhante, como sudorese, tontura, pernas bambas, esquecimento súbito e, desmaios e bloqueio da fala.
      O tratamento para a fobia social é medicamentoso e psicoterapia. Na medicação são receitados antidepressivos, e nas psicoterapias o indivíduo se orienta, vivencia a fobia,  lida com a causa. Entrar em contato com esse transtorno é o primeiro passo para conseguir superar esse sofrimento. Busque ajuda ou vai viver sozinho eternamente com medo das pessoas e de suas críticas?


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