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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mentiras na Infância

São muitas as frases que utilizamos para mostrar ao outro ou até mesmo para a criança para alertar sobre a mentira que está contando. Mentira tem perna curta, ou ainda Se continuar mentindo o seu nariz vai crescer igual do Pinóquio.
Na idade de 4 a 5 anos, a criança ainda não consegue distinguir a mentira da fantasia, então pregam algumas peças no adulto, como por exemplo: hahaha, brincadeirinha! ou então: te peguei! Essas são algumas das frases que utlizam quando contam histórias não reais.
Os pais não percebem que as crianças estão atentas a tudo o que acontece principalmente para seguir o modelo que tem em casa. Muitas vezes, essa criança aprende a mentir quando ouve a mãe dizendo: diz que eu não to em casa!, ou ainda diz que to no banho! E quando a criança descobre sobre a falsa existência do mundo mágico do Papai Noel, e ainda a entrega dos ovos do Coelhinho da Páscoa, e a Fada do Dente. Os pais mentem todos os dias aos filhos, seja para tornar o dia a dia mais emocionante ou então para conseguir um bom comportamento, como por exemplo: se você não se comportar Papai Noel não vai te dar presente assim como, Papai Noel ta escondido vendo que você é desobediente. Qual a mãe que nunca usou frases como essas? Antes de punir a criança sobre a mentira que contou, é importante evitar as mentiras em casa.
E punir... Adianta? Dá certo? Resolve? Bater, colocar de castigo?
O importante é entender o porque mentiu. Essa tarefa nem sempre é fácil, mas ao investigramos conseguimos entender e assim explicar que não pode mentir. A criança com 6, 7 anos já sabe o que deixa os seus pais chateados, então mentem na ilusão de que seus pais não vão saber a verdade e assim não vão se frustar com a criança. Mostrar a verdade com uma boa conversa é a maneira mais correta para evitar novas mentiras. Temos que lembrar que nós adultos muitas vezes erramos, a criança que encontra-se em desenvolvimento, aprendendo a todo momento, também erra. E muitas vezes utiliza-se da mentira para não apanhar, ou então  para não deixar os pais chateados.
Não podem fingir que não estão vendo a mentira e também não podem ignorar dando risada ou achando engraçado a mentira. É importante que mostrem-se compreensivos e prontos para ajudar a consertar o que errou, o que quebrou, ou ainda pedir desculpa para alguém, sem que aconteça humilhações. Caso contrário, seu filho pode se tornar um mentiroso patológico e com consequências muito ruins.
Em meu consultório, mostro aos meus clientes que estou para coloborar, ajudar e não para julgar ou puni-los, esse tipo de relacionamento faz com que se sintam seguros em errar, e poderem ficar tranquilos em  contarem a verdade sobre qualquer que seja o acontecimento.


Abraços
Psicóloga Regina
www.psicoterapiavirtual.com.br
Imagens tiradas do Google

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Hiperatividade - TDAH


Psicólogos, professores e pais sabem quanto esse desvio de comportamento altera as atitudes, atividades, comportamento e emocional. Incapacitando a criança a manter-se quieta por um período de tempo necessário para que possa desenvolver as atividades comuns do dia-a-dia. 
As mães normalmente aparecem muito cansadas, com olheiras, pois não podem deixar a criança sem fiscalização, 24 horas.

Caraterísticas do hiperativo:
  • em constante movimento
  • mexem em tudo, sem motivo e sem propósito
  • impacientes e mudam de atividade com muita frequencia
  • nao conseguem permanecer sentadas para assistir um desenho, muito menos um filme
  • incapacidade de focar a atenção em qualquer atividade
  • distraem-se com muita facilidade
A criança hiperativa não consegue acompanhar o desenvolvimento das atividades da sala de aula, tem grandes dificuldades para se concentrar, para o leigo, é uma criança mal educada, bagunceira, interrompem a professora com frequencia, falam muito com outros colegas.
O quanto antes for diagnosticado melhor, pois a criança poderá ter os tratamentos necessários, e assim não prejudicar tanto o rendimento escolar e também evitará a criação de barreiras para a sua integração na sociedade, facilitando também o relacionamento familiar.
Tratamento: medicação, psicoterapia, e orientação de pais.
É muito importante uma boa avaliação, pois muitas vezes um comportamento pode parecer hiperatividade, mas pode ter outros diagnósticos, como já vi em meu consultório, crianças ter características de hiperativo, mas com a avaliação psicológica detectei pedofilia, maus tratos na escola e em casa, e assim que se resolve tais problemas criança volta a ter o comportamento esperado pela sociedade.
Se você conhece alguma criança ou seu filho apresenta alguma dessas características é importante uma avaliação psicológica para avaliar o que está acontecendo com esta criança.
abraços...


Já está participando do sorteio do livro Você é insubstituivel do Augusto Cury?
http://psicologaregina.blogspot.com/2010/09/sorteio-do-lancamento-do-meu-site.html


imagens: google

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Medo na Criança


O medo na vida da criança tem sido tema permanente em meu consultório.
Mães me procuram para avaliar se o medo de morrer, medo de ser assaltado, medo de brincar, medo de ir pra escola pode ser considerado normal! Realmente o "medo" tem que ser avaliado. Dependendo de sua intensidade pode ser patológico necessitando assim de um acompanhamento profissional.
O medo é uma emoção, que coloca o organismo em alerta e o prepara para fugir e/ou defender-se do perigo. Em algum momento da vida, a criança passará por algum sintoma de medo. Será mais fácil se "livrar" do tal medo a criança que comseguir exteriorizar os sentimentos e emoções juntamente com a ajuda e compreensão dos pais.
A criança ao ter medo, enfrenta o anseio de não o conseguir ultrapassar, bem como o de ser a única que passou por este sentimento. Quando os pais relatam à criança que também passaram por situações semelhantes, inclusive uma similar à que o filho sente, faz com que se sintam apoiadas, transmitir a possibilidade de vencerem os seus medos e serem “grandes e fortes” como os seus pais. Procure explorar com os seus filhos formas de resolver as situações, podendo também dar exemplos de como conseguiu resolver os seus próprios medos.
Vamos ajudar as nossas crianças a perderem os medos que atrapalhem o seu desenvolvimento! Entender o porquê do medo é fator principal para a sua cura!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Avaliação Psicológica Infantil


Semanalmente mães me procuram para realizar psicoterapia nos seus filhos.
Inicio sempre com uma avaliação psicológica, pois através dessa avaliação posso traçar o diagnóstico e prognóstico. Também é freqüente indicação das escolas para tal avaliação.
Casos mais freqüentes: dificuldade em se concentrar, hiperatividade, desobediência, agressividade, comportamento anti social, obesidade, depressão, baixa auto estima, enfim, são muitos comportamentos problemas que merecem acompanhamento psicológico.
Saiba, que psicodiagnóstico ou avaliação psicológica só podem ser realizados por psicólogos e com testes psicológicos. Por lei, é permitido apenas para psicólogos pois requer conhecimentos e habilidades pertinentes desta profissão. Portanto, caso alguém que não seja psicólogo realize avaliação psicológica está cometendo um crime.
Realiza-se inicialmente a anamnese (questionário feito aos pais) onde investiga-se desde a gestação até momento atual da vida da criança. Na sequência, são aplicados testes psicológicos relacionados ao problema em questão. E por último, a devolutiva com os pais onde é descrito o diagnóstico e prognóstico.
Existem casos em que não há a necessidade de psicoterapia, apenas com orientações psicológicas pode ter a resolução do problema.
Caso seu filho esteja trazendo alguns dos comportamentos citados acima procure por um psicólogo que realize avaliação psicológica. É muito importante ajudarmos nossas crianças quando estão encontrando algum problema.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Educar Crianças

É fácil observarmos crianças sem educação, achando que são donas do mundo! Mas, a educação e o limite são imprescindíveis!

Pensem nas ruas, avenidas sem semáforos. Agora pense num banco sem fila. E, ainda, futebol sem regras. Impossível, não é? Não se pode andar nas ruas sem semáforos, não se pode pagar uma conta sem entrar numa fila, e ninguém consegue fazer gols sem regras.

Tudo é necessário limite, tudo é necessário regras. Não existe educação sem limites e sem regras. As crianças assimilam as regras de convivência conforme o ambiente em que estão sendo educadas.

Porém, não é nada fácil educar uma criança. Começando pelas diferenças entre os pais, cada um quer educar de uma forma, e piora tudo quando entra os comentários de tios, avós. Também tem a situação dos pais separados, e pior ainda, os pais que são casados e seria melhor se fossem separados devido a tantas brigas, discussões na frente da criança.
Como se educa uma criança no meio disso tudo? Quem devemos ouvir? Os avós, os tios, o vizinho, o pediatra, ou a criança? É, tem ainda a criança, que fala, que quer, que esperneia, que chora e que manda e manda muito!

Usar o bom senso e algumas regras para estabelecer limites na educação infantil não arranca pedaço de ninguém. Faz-se necessária a consciência de que para educar é preciso esforço, dedicação, perseverança e paciência; muita paciência.

A criança de hoje está mais bem estimulada e responde com maior agilidade ao meio, o que lhe confere a boa posição de ser participante nos grupos sociais; casa e escola especialmente. Todavia, dada a falta de condução por conta da educação sem limites, a criança acaba se tornando um canhão sem direção, que atira para vários lados ao acaso a acerta em quem estiver na trajetória, e a si mesma invariavelmente.
Muitos pais crêem que o tempo dará jeito na questão, deixando à sorte o futuro de seus filhos.


O exercício do viver só é realizável vivendo, na prática, e o mesmo ocorre com a educação, portando, é preciso arregaçar as mangas e assumir o papel de orientador, de guia, de educador. Começar, antes tarde do que nunca a se envolver neste processo importante e determinante na vida do ser humano, cavando tempo e espaço para esta empreitada. Sempre que desejamos muito alguma coisa damos um jeito no tempo e espaço para alcançá-la. O que nos impede de lutar por esta causa mais do que nobre? Qual medo existe em tentar educar os próprios filhos?

Como em qualquer situação da vida, haverá tropeços, que darão lugar ao adequado proceder conforme a prática e a persistência desta convivência. Os rumos poderão ser diferentes, e certamente o serão. Outros benefícios virão naturalmente, como um maior sentimento de amor próprio, e em muitos casos, a unidade familiar. Mas é preciso começar, tentar, fazendo acontecer. Confie em si mesmo e mude o cenário, assumindo as responsabilidades e transmitindo muitos valores aos seus filhos, por via de uma educação que dá segurança e conforto, pois todos nós sempre desejamos isto.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Orientação sobre sexualidade na Criança


A sexualidade no desenvolvimento infantil é um fator muito importante, e que muitas vezes os pais e professores tem dificuldade em lidar.
A curiosidade sexual infantil passa, por cinco etapas:

Com 2 anos de Idade - questões sobre coco e xixi;
2 até os 3 anos - perguntas sobre a diferença de sexos;
3 até 4 anos - questões referentes a gravidez, como nasceu;
Na idade escolar - curiosidades sobre a função do pai no processo de reprodução;
Aos nove anos a criança já deve ter sido atendida em sua curiosidade sobre a função da sexualidade.


Algumas dicas importantes:
Responder com honestidade aos questionamentos;
Fornecer explicações claras, de acordo com o nível de compreensão da criança;
Progredir com base no que a criança conhece;perguntar para ela o que ela sabe do que está questionando, e a partir dos dados dela responder a pergunta;
Corresponder ao momento em que a criança solicita;
Repetir a explicação sempre que necessário.

Se a criança conseguir satisfazer sua curiosidade em todas as etapas, ou seja, se for atendida e respeitada pelos pais em seus questionamentos, estará mais preparada para adquirir equilíbrio emocional e usufruir de uma vida sexual saudável e segura na vida adulta.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Adeus Timidez nas crianças!!


Os pais tem papael fundamental na "cura" para a timidez!
Eles podem contribuir, incentivando a criança a brincar com os amigos da escola, da praça, da família.
Outro fator importante para o desenvolvimento da criança é passar segurança e confiança. Encorajando-a a buscar soluções para os desafios que se apresentam.
Muitas mães dificultam muito esse desenvolvimento, superprotegendo as crianças, isso faz com que a criança tenha medo de estar com novas crianças, e enfrentar novas situações.
A falta de socialização pode trazer para a criança transtornos como fobia social, depressão, ansiedade generalizada entre outros.
Muitos acreditam que a criança quietinha que é a boa criança, se pensarmos nessas patologias, vemos que isso não é verdade. Vemos que essa criança tem e precisará de ajuda psicológica para se "curar" da tal timidez.
Importante destacar que não temos que avançar o sinal da criança, forçando-a estar com as crianças, a brincar e muito mais. Temos que respeitar o limite da criança, ir com calma, mostrar pra ela que é bom ter amigos.
Outra dica importante é falar para o seu filho ajudar um amigo, o altruismos faz com que tenha que estabelecer contato com outras crianças, é isso fará com que esteja próximo de colegas.
Enfim, com cautela e tempo, a timidez poderá deixar de ser um problema na vida do seu filho.
Persista, passa segurança, acredite no seu filho!!

Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo
CRP: 06/72676
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